“No Mónaco é basicamente uma questão de ter uma boa sensação do carro: quanto mais o piloto tiver, mais pode puxar a cada volta. Parece que vamos ser um pouco mais competitivos do que noutros lados, mesmo que tenhamos de adotar a cautela normal de não sabermos quanto combustível é que os outros levavam a bordo”, referiu o piloto.
“No entanto, a razão é muito simples e prende-se com o facto de a aerodinâmica aqui contar muito menos e estarmos em menos dificuldades. Numa pista com a média de velocidade mais baixa, algumas fraquezas são escondidas por outros fatores, como o lado mecânico ou o motor. Senti-me bastante confortável de imediato, pelo que pude forçar cada vez mais porque o carro estava a reagir bem e estava a ter muita confiança nele. Estou satisfeito mas sabemos que é só o primeiro dia, que os Red Bull podem estar a esconder um pouco o jogo antes da qualificação de sábado”, acrescentou.
“Vamos tentar correr alguns riscos porque queremos encurtar a distância para os melhores. Quanto aos pneus, penso que a sua performance é bastante similar ao que vimos nos testes de inverno, ainda que as temperaturas aqui sejam mais elevadas”.








