“Não estou a competir para fazer amigos, mas para conseguir muitos títulos. Vamos ver ser consigo vencer o suficiente para ser lembrado. Se não, também me poderei retirar bastante satisfeito e orgulhoso da experiência”, afirmou Alonso, referindo-se depois à sua integração na Ferrari.
“Esperava uma equipa lendária e mágica mas foi uma agradável surpresa, ainda melhor do que esperava”, adiantou, garantindo que se sente bem em Maranello e que “na McLaren sentia-me fora da equipa. Não partilhavam quase nada do que era feito. Agora, na Ferrari, até gosto de terminar em segundo, oitavo ou 23º, apenas pelo prazer de pilotar”.
Acerca do passado, e instado a comentar os carros com que participou no Mundial de F1, Alonso destaca os Renault de 2004 e 2005, época “dos motores V10 e de carros inigualáveis”, como os melhores, ao passo que o pior também pertence à equipa (então) gaulesa: “O Renault de 2009 foi o pior, mas ainda consegui um pódio em Singapura”. Quanto à sua estreia (na Austrália, a 4 de março de 2001 com a Minardi), Alonso recorda que, na altura, “não conhecia bem quem eram os outros pilotos”.











