Com a introdução das novas unidades motrizes na Fórmula 1 em 2014, um dos pontos que os adeptos em geral e muitos dos agentes ligados à Fórmula 1 não gostaram foi do som emanado pelos motores, e agora, à entrada do terceiro ano desta nova ‘era’ de motorizações na disciplina, eis que algo é feito para atenuar essa questão. É certo que muitos adeptos já assistem à F1 desde os tempos dos V10 – e até antes, claro – já passaram pelos anos em que não havia restrições no tipo de motor, só na cilindrada, até V12 (1989-1999, várias cilindradas), V10 (2000-2005, 3.0l), V8 (2006-2013, 2.4l) e agora 1.6 litros turbo/híbridos.
Agora, vai haver uma diferença sensível no som, pois o escape foi alterado de modo a produzir entre mais 1.5 e 3 dB, mesmo com a vávula wastegate fechada, sendo que o som será ainda maior com esta válvula aberta, tendo em conta a forma como o sistema foi feito. Contudo, o turbo tem um motor gerador ligado, o que significa que a wastegaste abre poucas vezes numa volta. Mesmo em qualificação abre apenas cerca de 20% do tempo, mas quando estiver o som será maior que nos antigos motores turbo.











