A F1 é um mundo diferente. Um desporto de equipa, que depende de um indivíduo para o sucesso. Apesar desse indivíduo fazer a diferença ao volante, a estrutura que o apoia é tão importante quanto o seu talento e velocidade. As equipas de F1 evoluíram muito ao longo dos anos e tornaram-se em orquestras bem afinadas (na maioria das vezes) em que cada “instrumento” toca uma parte predeterminada da sinfonia. Mas para que tudo funcione de forma correta, é preciso que haja um grande maestro… o chefe de equipa.
Com a responsabilidade de supervisionar a parte técnica, desportiva e humana da equipa, o chefe de equipa é o farol que guia os homens e mulheres de cada estrutura. É ele a cara da equipa, a voz, é ele que toma as decisões difíceis, que tem de gerir egos, batalhas internas e expetativas. São por isso uma parte fundamental da engrenagem e sem eles o sucesso torna-se uma miragem.
Nesta posição de grande responsabilidade, já tivemos grandes homens e mulheres à frente das equipas da F1. O que queremos saber esta semana é qual o maior chefe de equipa da F1. Iremos fazer a primeira filtragem e escolher dez nomes que nos parecem os mais indicados para estar nesta lista. Como critério iremos usar chefes de equipa com maior percentagem de sucesso, que ganharam mais de vinte corridas. A escolha do melhor cabe-lhe a si e na caixa de comentário pode justificar ou indicar outro nome.











Para mim é uma questão complicada porque acho muito difícil escolher quem foi o melhor , muitos fizeram excelentes trabalhos e nada ganharam ou ganharam menos…Se perguntarem que ganhou + é + fácil porque é só contar…Claro que para ter uma escolha justa e concreta e para não ser injusto não me pronuncio… Quem tem maior domínio é a mercedes e nos próximos vão continuar a dominar porque tem uma estrutura muito forte organizada e sabe inovar… Este próximo ano é mais um para o Hamilton a não dar hipóteses á concorrência, mérito de ToTO WolF??? sim algum!!! mas tem… Ler mais »
Há vários nomes notáveis na lista, todos eles merecedores do maior respeito. Cada um de nós dará mais relevância a uns aspectos, em detrimento de outros e daí vem a escolha. A minha é Ron Dennis. O que me faz dizê-lo são várias coisas: apanhou a McLaren num ponto baixíssimo e em poquíssimo tempo pô-la a ganhar, tendo sido sempre uma grande força ao longo de 3 décadas, com regulamentos e parceiros de motores distintos. O Frank Williams se calhar não fez muito diferente e teve ainda o mérito da sua enorme persistência, só não lhe dou a palma, porque… Ler mais »
Havia um que era para comentar e me escapou: Christian Horner. Sinceramente acho que dificilmente figura no topo. É basicamente um funcionário de uma empresa com os bolsos muito, muito fundos, que contratou a peso de ouro os melhores projectistas. É um desastre a relacionar-se com fornecedores de motores; não consegue gerir pilotos; demorou bastante tempo a ter sucesso – inclusive viu a 2ª equipa ganhar uma prova antes dele – e o sucesso foi mais curto que a maioria dos restantes da lista. É claro que não há de ser parvo nenhum, senão não conseguia o que conseguiu. Talvez… Ler mais »
Porque é que Enzo Ferrari não está na lista ?
Não digo que seria o melhor, mas acho que merecia estar nesta lista de 10.
Enzo nunca teve o cargo de “chefe de equipa”… na wiki (em inglês) está a lista dos “Team principals / sporting directors”.
Eu não voto porque o Binotto não está na lista…
PS – não voto porque existem 5 “discutíveis”… Toto Wolff, Jean Todt, Ron Dennis, Colin Chapman e Frank Williams…
Pergunta muito difícil pois é muito complicado comparar eras mas destacaria 2. Colin Chapman numa altura em que as equipas eram mais pequenas e em que o chefe de equipa teria uma intervenção técnica muito mais vincada na equipa. Numa era mais recente Jean Todt pois foi sob a sua chefia que a equipa mais histórica da Formula1 ganhou algo significativo nos últimos 40 anos. Antes e pós Todt foram e são travessias no deserto
Para mim esta á fácil. Colin Chapman. Nem vale a pena alongar muito. Não sei se foi o que ganhou mais, mas estava sempre à frente. Inovou como poucos e tinha um olho mágico para encontrar o próximo grande talento da F1.