A F1 é um mundo diferente. Um desporto de equipa, que depende de um indivíduo para o sucesso. Apesar desse indivíduo fazer a diferença ao volante, a estrutura que o apoia é tão importante quanto o seu talento e velocidade. As equipas de F1 evoluíram muito ao longo dos anos e tornaram-se em orquestras bem afinadas (na maioria das vezes) em que cada “instrumento” toca uma parte predeterminada da sinfonia. Mas para que tudo funcione de forma correta, é preciso que haja um grande maestro… o chefe de equipa.
Com a responsabilidade de supervisionar a parte técnica, desportiva e humana da equipa, o chefe de equipa é o farol que guia os homens e mulheres de cada estrutura. É ele a cara da equipa, a voz, é ele que toma as decisões difíceis, que tem de gerir egos, batalhas internas e expetativas. São por isso uma parte fundamental da engrenagem e sem eles o sucesso torna-se uma miragem.
Nesta posição de grande responsabilidade, já tivemos grandes homens e mulheres à frente das equipas da F1. O que queremos saber esta semana é qual o maior chefe de equipa da F1. Iremos fazer a primeira filtragem e escolher dez nomes que nos parecem os mais indicados para estar nesta lista. Como critério iremos usar chefes de equipa com maior percentagem de sucesso, que ganharam mais de vinte corridas. A escolha do melhor cabe-lhe a si e na caixa de comentário pode justificar ou indicar outro nome.











Para mim nenhum destes. Alfred Neubauer foi para mim o melhor chefe de equipe. Trouxe inovações que hoje temos como banais num funcionamento de uma equipa e o domínio da Mercedes nos anos 50 e antes da 2.ª WWII são prova disso.
Colin Chapman para mim, o mais inovador de sempre!
O melhor de sempre? Difícil, muito difícil. Dos nomes propostos, retiro Marco Piccinini e Teddy Mayer, pois desconheço o seu percurso. Também retiro Briatore, pelo Singapuragate. Dos outros… todos tiveram os seus altos e baixos, excepto Toto Wolf, que ainda não tem “baixos”. Apesar de tudo, voto no Colin Chapman.
Parece-me que o racional para a escolha dos nomes é muito pobre, mas é o que propõem…
Por isso, Frank sem sombra de dúvidas, porque responde ao critério escolhido (que até discordo como útil), pela manutenção ao longo dos tempos, pela postura, resiliência e manutenção de um “status” que desapareceu com a sua saída…
O que se entende por chefe de equipa ?.É que o conceito e as funções de hoje pouco tem a ver com o passado,onde eram até maiores ou mais amplas. Chefe de equipa é uma coisa, engenheiro chefe ou manager são outras. Os grandes teams como uma Mclaren ou uma Ferrari faziam antigamente vários campeonatos :F1, F2, Can Am,,Interserie,F 5000, Protótipos, F Tasman, Indy cars etc.Não se pode comparar com hoje, onde as estruturas são enormes,mas apenas fazem F1. Como director de equipa e gestor na boxes e na garagem etc, eu realço o Teddy Meier. Alguém que leia o… Ler mais »
O artigo começa com “A F1 é um mundo diferente…”, pelo que a questão se restringe apenas a essa disciplina. Penske passou muito fugazmente pela F1..
Misturam-se eras e funções sem nenhum critério. É como comparar jogadores de futebol de agora e com os anos 60 ou 70. Pelo que conseguiu ao começar na cabine telefónica da esquina até manter uma equipa familiar e ser várias vezes campeão – Frank Williams.
Eu diria Colin Chapman, a maneira como sempre inovou e procurou a excelência, foi para mim um líder e não um chefe. Ron Dennis também teria um voto em segundo, mas mais pelas tácticas que sempre inventou ao longo da sua carreira, por exemplo a que dá o segundo título ao Prost na Austrália, ao lançar o Keke Rosberg como lebre, (a melhor corrida que vi o Finlandês fazer) obrigando os Williams a irem atrás dele, o que deu cabo daqueles pneus, que a Goodyear dizia que aguentavam a corrida toda. Frank Williams também tem um lugar de destaque mas… Ler mais »
Nesta lista, há 3+1 que merecem essa distinção. O +1 é Toto Wolff, pela máquina quase perfeita que criou na Mercedes. Só está como extra porque falta aferir como reagirá em momentos de quebra, algo que ainda não sucedeu na sua equipa. Poderia ser Frank Williams pela forma como transformou uma equipa de fundo de tabela numa máquina dominante, por toda a visão a nível de marketing que permitiu à equipa dar um salto de gigante. Poderia ser Colin Chapman, e seria caso a escolha fosse para o mais criativo e inovador chefe de equipa. A minha escolha acabou por… Ler mais »
Obviamente o Colin Chapman, pelo arrojo, pela constante presença e pelo génio, que nenhum dos outros teve. O Colin Chapman foi o mais revolucionário na sua época. Colin Chapman combinava o melhor dos chefes de equipa (Toto Wolf, C. Horner, Ron Dennis) com a genialidade de Adrian Newey.
Assim sendo não pode ser comparado.
Frank Williams sem dúvida