A discussão sobre os motores tem sido uma constante desde a introdução dos motores híbridos na F1. As unidades motrizes são autênticos hinos à tecnologia e à engenharia, mas retiraram um pouco de brilho ao espetáculo com um som menos estridente. Os custos de evolução e manutenção destes motores também têm sido fortemente criticados e a sua complexidade tem assustado novos construtores.
A F1 já tem a nova era preparada, com uma revisão completa do conceito aerodinâmico dos carros, mas falta agora olhar para os motores do futuro. Como serão os motores a partir de 2025? A F1 está decidida em caminhar pela estrada da sustentabilidade e em 2030 quer ser neutra em emissões de carbono e para isso os seus motores tem forçosamente de ter tecnologia que permita esse objetivo. No entanto há vontade de simplificar a unidade. Por outro lado os fãs suspiraram de saudades quando viram o R25 de Fernando Alonso a gritar pelo circuito de Abu Dhabi.
O desafio que lançamos esta semana é um já antigo. Deve a F1 dar primazia ao espetáculo, esquecendo a relevância técnica? Ou a F1, para ser o pináculo do automobilismo não pode deixar a evolução tecnológica? É possivel combinar entretenimento e evolução? A sua opinião pode e deve ser complementada na caixa de comentários.










