Sergio Pérez considerou que partilhar o lugar na Red Bull com Max Verstappen é mais difícil do que se fosse com outro piloto qualquer.
Sergio Pérez reconheceu recentemente que ser piloto da Red Bull faz com que cada erro seja analisado à lupa na comunicação social e discutido até à exaustão, mais do que outros concorrentes em equipas adversárias, levantado a hipótese da sua nacionalidade ter peso nessas situações. Sobre o seu companheiro de equipa, que pode fechar as contas do terceiro título mundial de pilotos no próximo fim de semana, Pérez sublinhou o facto de Verstappen conseguir “tirar mais proveito do carro e também o faz todos os fins de semana. É certamente algo que admiro nele”. Ao jornal De Limburger, o piloto mexicano afirmou que “o Max está no topo das suas capacidades”, acrescentando que “isso é o que é mais especial nele. Também é um trabalhador esforçado que entende muito bem por que é bem-sucedido”. Admitindo que “demora algum tempo a habituarmo-nos a isso”, o piloto recordou que “o passado provou que não é uma tarefa fácil ser colega de equipa do Max Verstappen. Há poucos pilotos que conseguem lidar com essa pressão”.
“Às vezes, digo que é o trabalho mais difícil da Fórmula 1”, concluiu Sergio Pérez.
Já ficou mais que garantido que ser companheiro de equipa de Max Verstappen na Red Bull é extremamente difícil. Mas Pérez tentou reverter essa situação e até entusiasmou nos primeiros meses depois da sua entrada, dando a imagem que poderíamos ter uma luta interna na equipa de Milton Keynes. Isso não tem vindo a acontecer e se um piloto tão experiente a lidar com a pressão como Sergio Pérez não o consegue fazer, quem terá essa capacidade?
Foto: Dan Mullan/Getty Images/Red Bull Content Pool










