Segundo Rob Bell, chefe técnico da Renault, a Honda fez francos progressos na sua unidade de potência desde que regressou à Fórmula 1, pese embora continue atrás do construtor francês, da Ferrari e da Mercedes.
Bell elogia sobretudo o trabalho que a marca japonesa realizou para reduzir a diferença para os restantes construtores presentes na disciplina máxima do automobilismo.
“Os progressos da Honda têm sido muito positivos. Fizeram um bom trabalho e é bom ver como evoluem. É muito importante para a Fórmula 1 que todos os fornecedores de propulsores sejam competitivos por causa dos seus automóveis de estrada, pelo que a unidade de potência é mais associada à sua imagem do que o chassis”, enfatiza o técnico britânico.
“É também importante que os construtores fiquem na Fórmula 1, e para isso acontecer têm de sentir que os seus propulsores estão na luta e são competitivos”, acrescenta Rob Bell.
Para 2017 a Honda prometeu uma unidade de potência completamente revista, adotando um conjunto que acredita estar mais próximo da referência, a Mercedes.
Nuno Barreto Costa








