Depois do GP da Austrália e das críticas de alguns pilotos, perguntamos aos adeptos do AutoSport se a nova F1 os convenceu. As respostas foram claras, 73% dos adeptos estavam insatisfeitos: “não, isto não parece Fórmula 1”, foi a sua opção. Nessa sondagem realizada junto dos nossos leitores, apenas 7,4% dos participantes se confessavam totalmente convencidos e desejam continuidade no modelo atual.
Para 73% dos votantes, a resposta foi um “não” categórico, uma fatia de 9,3% dos leitores achava que a corrida na Austrália foi positiva, mas não estavam convencidos pelos novos carros e a incerteza ainda dominava 10,4% da amostra, que preferiu aguardar por mais provas antes de emitir um juízo definitivo sobre a eficácia destas regulamentações.
Portanto, voltámos a perguntar após o GP da China de Fórmula 1.
Desta vez se com duas corridas, “a F1 de 2026 está no caminho certo, ou cada vez pior?”
E os adeptos voltaram a mostrar-se maioritariamente negativos com a nova Fórmula 1, mas a percentagem desceu de 73% para 66%, que responderam “Não, as novas regras limitam demasiado o ADN da F1, isto não é bom.”
Apenas 13% se mostram plenamente convencidos com essa percentagem a aumentar de 7.4% para 13% “Sim, a estratégia e a incerteza tornaram tudo melhor, quero ver mais disto.”
Os adeptos que continuam na dúvida são 20%.
12% entende que “As corridas são boas, mas os carros continuam a parecer artificiais…” e 8% “Melhor do que na Austrália, mas ainda não estou rendido, continuo na dúvida.”
Resumindo, o sentimento geral é de insatisfação maioritária, mas com uma leve tendência de abertura à medida que as corridas acontecem. O principal ponto de crítica é a perda do “ADN da F1”, provavelmente devido à complexidade técnica ou limitações das novas regras, embora a incerteza e a estratégia comecem a conquistar uma pequena parcela dos fãs.












