São boas notícias para a Fórmula 1 que a Red Bull esteja a dar sinais de poder regressar rapidamente aos seus bons velhos tempos, não exercendo o domínio de quatro anos que evidenciou entre 2010 e 2013 mas a colocar-se ao nível da Mercedes e da Ferrari. Poucos terão sido aqueles que em 2014 quando viram a Mercedes emergir como força dominadora, tenham ficado muito tristes com o fim de quatro anos de domínio quase avassalador da Red Bull, mas hoje em dia, muito provavelmente já ninguém pensa assim e toda a gente gostaria de ver a Red Bull a chegar-se à frente novamente. E há bons sinais de que isso está prestes a acontecer, já que ainda sem o motor que precisa para andar ao nível das duas atuais equipas da frente – mais a Mercedes que a Ferrari – a Red Bull pode a partir do GP do Canadá, caso o motor Renault (ou Tag Heuer, se preferir) seja exatamente aquilo que se espera dele, voltar a lutar na frente. Resta saber, se for confirmado que têm carro e motor, se terão pilotos e se é verdade que Daniel Ricciardo se tem colocado imediatamente logo a seguir às duas equipas da frente, já Dannil Kvyat está a dar sinais de fraquejar, mas se assim for, não há problema, pois o que irá acontecer no final deste ano será a sua troca por Max Verstappen. Resta pois aguardar pelo GP do Canadá, e ver se entretanto, na China, é possível que nada interfira na luta direta entre a Mercedes e a Ferrari até ao fim da corrida. Na Austrália foi a interrupção que baralhou tudo, no Bahrein, o abandono de Vettel. Vamos ver na China…










