A Alpine F1 continua com dificuldades na sua progressão, vários elementos-chave deixaram a equipa, e apesar dos responsáveis da equipa o negarem, o conceituado jornalista de F1, Michael Schmidt escreve que a Alpine está a retirar-se lentamente da F1 e a Hitech GP, anteriormente interessada em entrar na F1, pode potencialmente assumir o lugar da Alpine.
Parece um rumor um pouco rebuscado, pois o que já se sabe é que a Alpine está a considerar um fornecedor externo de motores, já se falando inclusivamente em motores Mercedes a partir de 2026, mas para já tudo são ainda possibilidades não confirmadas oficialmente.
Os responsáveis da marca entendem que a unidade motriz da Renault está há algum tempo abaixo das suas concorrentes, Mercedes, Ferrari e Honda RBPT, e é isso que deverá ser o fator principal que está a fazer a Alpine marcar passo, tendo claramente caído para o 2º pelotão da F1, e não propriamente para a frente desse pelotão.
Por isso é bem mais provável que a ideia passe por dar mais competitividade à equipa, ‘engolindo’ o orgulho causado pelo mau trabalho da Renault em Viry, onde se ‘fazem’ os motores, ao trocar o motor Renault pelo Mercedes ou Honda RBPT de 2026. Mas assumir que a fábrica de Viry não tem capacidade para produzir um motor bom para 2026 é uma coisa, ceder o lugarà Hitech GP, outra completamente diferente.
A Hitech Grand Prix, frequentemente referida como Hitech GP, é uma equipa britânica de automobilismo fundada em 2002 por Dennis Rushen e David Hayle. A equipa começou a competir na Fórmula 3 Britânica em 2003 e desde então expandiu a sua presença para outras categorias do automobilismo, incluindo a Fórmula 2 e a Fórmula 3. Hoje em dia opera seis equipas de corrida em diferentes níveis do automobilismo e recentemente, confirmou a sua inscrição para competir na Fórmula 1 a partir de 2026, como parte de um processo de expansão e crescimento.
Vamos ver o que reserva o futuro…
Philippe Nanchino/ MPSA










