Pierre Gasly disse que foi informado que talvez se fosse estrear a corrida na F1 no Grande Prémio da Malásia apenas na segunda-feira anterior à prova e por mensagem de telemóvel. O francês, que faz parte do programa Red Bull Junior Team desde 2014 e que se sagrou Campeão GP2 em 2016, é o centro das atenções ao substituir Daniil Kvyat na Toro Rosso para as próximas provas, com o russo a ficar parado, pelo menos até ao Grande Prémio dos Estados Unidos, prova na qual Gasly não alinhará, pois nesse fim de semana disputa a derradeira prova da Super Fórmula no Japão, onde está envolvido na luta pelo título.
Gasly não se mostra totalmente surpreendido com a escolha, embora não soubesse quando teria a sua oportunidade na F1: “Sabia como as coisas eram na Red Bull, mas depois não sabia exatamente o que esperar. Viajei desde o Japão na segunda-feira. Corri no passado fim de semana na Super Fórmula em Sugo. Viajei desde Tóquio para a Malásia, e aí recebi uma mensagem a dizer que ia guiar este fim de semana. Estou bastante entusiasmado. Tentei dormir na segunda-feira, o que foi um pouco difícil, com tanta excitação. Na terça-feira de manhã tive a confirmação que iria correr. Foi um momento espantoso e uma grande notícia”.
Pierre Gasly acrescenta que os planos da Toro Rosso para o resto da época, depois do Grande Prémio do Japão ainda não estão determinados: “De momento não sei exatamente o que vai acontecer nas duas próximas semanas. Apenas me foco neste fim de semana, tentando dar o meu melhor e aprender o mais rapidamente possível. É uma grande oportunidade para mim correr com o Carlos (Sainz Jr), que está no seu pico de forma. Ele é uma boa referência para mim. Vou concentrar-me no fim de semana e depois veremos o que acontece umas semanas mais tarde”.









