várias vezes nos últimos anos existiram casos similares, e esta é sempre uma área que pode regularmente causar controvérsia, quando qualquer equipa deseja apelar de uma decisão ou situação que ocorreu em numa corrida. Um dos caminhos é o ‘Direito de Revisão’ que está previsto no Código Desportivo Internacional da FIA.
As equipas podem tentar rever decisões que já foram oficializadas, desde que possam fornecer um “novo elemento significativo e relevante descoberto que não estava disponível para as partes aquando da tomada de decisão em questão”.
O prazo para interpor tal recurso era anteriormente de 14 dias a partir da decisão tomada, mas agora as equipas devem fazê-lo no prazo de quatro dias – ou 96 horas – com potencial para um prolongamento de 24 horas desse prazo em circunstâncias especiais.
Ao contrário do passado, as equipas terão de pagar um depósito que será definido anualmente pelo órgão dirigente, e só o receberão de volta se tiverem sucesso, ou se a FIA julgar que a “justiça exige” que o faça em caso de falha. Além de tudo isso, as equipas também devem especificar os elementos que são significativos, relevantes e novos antes da realização de qualquer audiência, em vez de tentar discutir pontos pela primeira vez durante uma audiência. O apelo mais mediático dos últimos anos teve, como todos se lembram, com o que se passou no GP de Abu Dhabi 2021, mas a Mercedes optou por retirar o recurso sobre o resultado do Grande Prémio, contentando-se com a investigação da FIA.
Recorde-se que a Mercedes se opôs vivamente quanto à forma como a Direção de Corrida e os Comissários Desportivos lideram com toda a polémica do fim de semana, protestou, a FIA decidiu contra a sua vontade, e a Mercedes interpôs recurso quanto a essa decisão e depois retirou esse mesmo recurso.











