A qualificação da Fórmula 1 volta hoje às parangonas, já que vai ser votada a mais recente proposta atirada para a mesa no passado domingo, quando reuniram chefes de equipa, FIA e FOM. O sistema estreado no GP da Austrália não ‘colheu’, tentou-se mudar tudo para o GP do Bahrein, mas a FIA bloqueou a questão não permitindo uma qualificação ‘híbrida’. No Bahrein, mais do mesmo, a qualificação voltou a ser alvo de forte críticas, e depois da reunião do Bahrein, foi decidido protelar para hoje uma qualificação ‘agregada’. E como funciona? As duas melhores voltas de cada piloto são somadas em cada uma das três fases da qualificação, sendo que na Q1 são eliminados os sete mais lentos, outros sete na Q2 e oito pilotos lutam pela pole na Q3. Este formato ‘obriga’ as equipas a ter os seus carros em pista mais tempo, evitando-se desse modo que os pilotos façam um tempo e vão para as boxes.
Recorde-se que um sistema semelhante já foi utilizado em 2005 como parte de um ‘shootout’ de uma volta que os pilotos realizaram nas qualificações entre 2003 e 2005, mas também nessa altura foi muito impopular, para pilotos e adeptos, e demorou apenas algumas corridas para ser mudado. Agora resta saber se o sistema passa ou não. Sabe-se que voltar ao sistema de 2015 está fora de causa, por isso a vontade das equipas alterarem o atual sistema pode levar a que este novo, que já foi considerado por Sebastian Vettel por “uma m…” possa passar. Mas é preciso unanimidade.










