Estávamos no Treino Livre 3 do GP dos Países Baixos e Logan Sargeant cometia mais um erro, numa época recheada de momentos menos felizes. Sargeant foi um pouco mais agressivo no ataque a um corretor, acabando com duas rodas na relva, o que motivou uma perda de aderência e um pião, que o atirou para as barreiras.
O monolugar ficou severamente danificado, tendo-se incendiado e a equipa não conseguiu recuperar o carro a tempo da qualificação. Numa altura que a permanência imediata de Sargeant continuava a ser questionada, havia a sensação que este poderia ter sido o último momento de Sargeant pela equipa. Fez a corrida, mas a equipa anunciou dias depois a sua saída para a entrada de Franco Colapinto, membro da Williams Racing Driver Academy, que estava a ter uma boa temporada de F2, com uma vitória e vários pódios. Ele será o primeiro piloto argentino de F1 em 23 anos e o segundo a correr pela Williams. Colapinto impressionou nas primeiras corridas, mas acabou por pagar o preço pela sua juventude e falta de experiência em alguns momentos. Esses momentos arrefeceram o interesse de outras equipas que ainda procuravam pilotos, mas Colapinto mostrou pormenores interessantes num contexto difícil.










