No ano em que se assinalaram os 30 anos da morte de Ayrton Senna, a jornada de Imola foi marcada por vários momentos simbólicos. Pilotos de F1 prestam homenagem a Ayrton Senna.
O dia 1 de maio é uma data que tem uma ressonância emocional tanto para os fãs da F1 como para os pilotos, marcando o dia em que o desporto perdeu Ayrton Senna num acidente no Grande Prémio de San Marino de 1994, em Imola.
Tricampeão, Senna transcendeu a Fórmula 1, não só com o seu prodigioso talento de piloto, que o levou a obter 41 vitórias em Grandes Prémios e 65 pole positions entre 1984 e 1994, mas também com a sua paixão por melhorar o bem-estar dos cidadãos no seu país natal, o Brasil.
O seu estatuto lendário significa que Senna continua a ser um ponto de contacto para os pilotos de Fórmula 1 de hoje, com vários dos presentes no Grande Prémio de Miami de 2024 a serem questionados na quinta-feira – um dia depois do 30º aniversário do falecimento de Senna – sobre o que o piloto brasileiro significava para eles.
Um mural especial de Ayrton Senna, criado pelo artista Kobra, foi revelado no paddock de Miami na tarde de quinta-feira – enquanto o tetracampeão Sebastian Vettel conduzirá um ex-Senna McLaren MP4/8 em Imola, dentro de duas semanas.
Sebastian Vettel protagonizou um dos momentos mais altos do fim de semana e pilotou o McLaren MP4/8 de Ayrton Senna, monolugar da temporada de 1993 da Fórmula 1. Com o capacete dividido em dois, metade com as cores austríacas para recordar e homenagear Roland Ratzenberger e outro, claro, com as lendárias cores do brasileiro, celebrando desta forma os dois pilotos que perderam a vida naquele circuito há 30 anos.
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