A McLaren pretende voltar a ter motores Mercedes em 2021, depois de finalizar o seu atual contrato com a Renault, no final de 2020, naquele que seria o regresso de uma parceria vencedora, que existiu entre 1995 e 2014 e que culminou com três campeonatos de pilotos ganhos por Mika Hakkinen em 1998 e 1999 e Lewis Hamilton em 2008.
À mesma medida que regressa aos lugares da frente, algo que tem vindo a conseguir a pouco e pouco (foi 9ª em 2017, 6ª em 2018 e é 4ª em 2019), pretende munir-se dos melhores equipamentos para 2021, e esse o caminho que o novo diretor da equipa, Andreas Seidl, pretende. Quem o avança é o Autosport inglês, com a Mercedes e a McLaren a escusarem-se a comentar.
A McLaren, desde que trocou a Honda pela Renault tem melhorado, mas ainda não chega para atingir os lugares que pretende, mas pelos vistos em Woking já perceberam que se querem voltar ao pelotão da frente, têm que se equipar com o melhor que há no mercado.
De qualquer forma, não é líquido que este processo avance, até porque há a questão regulamentar, pois a Mercedes não pode fornecer mais do que três equipas e neste momento já as tem.
Se acontecer a troca, a Renault fica sem cliente, mas para os lados de Enstone isso não é motivo de grande preocupação. Um caso a seguir com atenção…











