A Honda entrou em 2016 com uma nova unidade motriz, que até aqui ainda não deu aos seus pilotos a potência desejada, mas de acordo com os responsáveis da marca nipónica, o foco até aqui foi na fiabilidade e agora, que alcançaram esse desiderato, é tempo de aumentar a potência do motor.
O regresso da Honda à F1 o ano passado ficou marcado por uma unidade motriz muito abaixo do exigível – especialmente ao nível da potência máxima – e para este ano espera-se um grande crescimento na competitividade da equipa, mas para já isso ainda não foi possível. Sabe-se que a Honda redesenhou o compressor da sua unidade motriz, e depois de se ter certificado que a fiabilidade atual é aceitável, agora os homens liderados por Yusuke Hasegawa vão abrir a ‘goela’ ao seu motor: “Vamos apostar na potência do motor de combustão, pois a que temos não é suficiente para chegar à Q3”, disse. A Honda tem disponíveis 14 tokens de desenvolvimento do motor e deverá apresentar no GP de Espanha uma versão melhorada da unidade motriz.
Não restam dúvidas que a McLaren está melhor este ano, sensivelmente a meio do pelotão. Pelo menos este ano já há potência híbrida, mas os pilotos continuam a queixar-se de falta de velocidade de ponta, portanto há também trabalho a fazer no chassis. Desde 2011 que a McLaren tem descido na tabela dos construtores, portanto é hora de inverter a tendência…











