Hermann Tilke revelou que suspirou de alívio com a bandeirada de xadrez no final do GP da Europa de F1, este domingo no Azerbaijão já que depois de toda a conversa relativamente à segurança do circuito, os corretores a saírem do sítio, pneus danificados e as altas velocidades que já se sabia iriam acontecer eram ingredientes mais do que suficientes para haver confusão, mas a corrida foi totalmente pacífica, e nem quem apostou na entrada do Safety Car em pista ou mesmo Safety Car virtual teve sorte, porque nada disso se passou: “Claro que estava nervoso, havia coisas demais que podiam ter corrido mal, como por exemplo a tampa do esgoto, tudo se torna muito mais difícil numa pista citadina. Claro que teve de haver ajustes, pois por vezes só quando as coisas acontecem é que damos por elas, mas estou contente pelo facto dos pilotos e dos adeptos estarem contentes. Quanto à segurança, nas zonas sem escapatória, montámos muitas barreiras TecPro, que absorvem fortes impactos muito bem” disse.












“…pois por vezes só quando as coisas acontecem é que damos por elas…” Esta gente só pode ser burra que nem uma porta. Mesmo sendo um circuito citadino é certamente um circuito fechado onde a prevenção determinista é facilmente aplicável! A F1 não avança mais na segurança porque não quer. Eu imagino uma F1 moderna em que as pistas são compostas por túneis de um composto acrílico a todo o correr, impedindo assim ângulos esquinados e aumentando a segurança. Sendo os pilotos livres para usar os bankings como escapatórias. É só uma ideia que pode parecer futurista demais e até… Ler mais »
“Well done Baku”… -.-
Eu também estou nervoso, mas é de ver este tipo a ter cada vez mais influência na F1. Vai chegar o dia que todo o calendário é feito com circuitos deste tipo.
Então não era este menino que dizia que a pista era segura?
Estava nervoso porquê?
Era atá-lo ao nariz de um F1 e fazê-lo dar uma volta a fundo ao circuito.
Esta F1 está cada vez mais podre