Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo C38/Ferrari) liderou o GP de Singapura, sensivelmente a meio da corrida, durante algumas voltas, devido ao facto dos homens da frente terem ido às boxes mais cedo.
Em termos ‘reais’ são os dois Ferrari a estar na frente com Sebastian Vettel na frente de Charles Leclerc. Para a história fica o facto de três motores Ferrari terem estado na frente da corrida.
A estratégia tem sido fundamental no GP de Singapura de Fórmula 1, com as equipas da frente, ao invés de lutarem por posições a preferirem olhar para o que se poderá passar na fase final da corrida, gerindo a mecânica e os pneus, para estarem bem posicionados nessa fase final da corrida.
Na parte inicial da corrida, Charles Leclerc (Ferrari SF90) afastou-se 1.4s nas primeiras três voltas, mas a margem manteve-se curta para Hamilton, que ora recuperava, ora se afastava um pouco.
Após a paragem dos dois Ferrari, Vettel surge na frente de Leclerc, com os momentos da ida às boxes a resultar mal para o monegasco face ao seu colega de equipa.
Pior este a Mercedes, que colocou em ação uma má estratégia, já que depois da passagem pelas boxes dos dois pilotos, caíram na classificação com o grande prejudicado a ser Lewis Hamilton (Mercedes W10 EQ Power+), que caiu de segundo para oitavo, em termos ‘reais, para quarto, pois nesta altura há pilotos que ainda não tinham ido às boxes.
Quem ganhou foi Max Verstappen (Red Bull RB15/Honda) que passou para a frente de Hamilton.











