Segundo a Pirelli, a estratégia “mais rápida” para o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 é parar apenas uma vez nas boxes, mas com um asfalto recente, com cerca de meia hora a menos de pista nos treinos livres, com pouca borracha acumulada e a consequentemente falta de dados em termos de desgaste e níveis de degradação, prever a melhor estratégia é muito mais difícil do que o habitual.
Em teoria, a estratégia mais rápida é: começar com pneus médios (tal como vão fazer a Mercedes e Charles Leclerc, da Ferrari), e depois passar para os pneus mais duros mais ou menos na volta 32. Naturalmente, pode fazer-se exatamente o contrário, começando com o pneu mais duro, passando depois para o médio após 34 voltas. A segunda estratégia (ainda e sempre em teoria) mais rápida, passa por utilizar os pneus mais macios durante 18 voltas, depois o mais duro durante 48 voltas.
Duas paragens nas boxes seriam mais lentas, mas ainda assim uma opção se as temperaturas mais baixas levarem a maior desgaste dos pneus devido a algum granulado. Neste caso, a melhor opção seria Macios/Médios/Médios: 14 voltas em macios, e depois duas vezes 26 voltas em médios.
Como de costume, as temperaturas da pista influenciarão fortemente a estratégia. Num dia como o de hoje em Portimão é muito difícil de acertar nas condições à hora e durante a corrida e isso pode fazer mudar tudo. Até ter que utilizar pneus intermédios ou de chuva durante a corrida e isso atira com as estratégias todas…para as urtigas!











