Uma imagem rara, mas que aconteceu no GP de Portugal: Mick Schumacher num Haas a lutar por uma posição e a conseguir ultrapassar. Terá conseguido a Haas melhorar os seus carros ou o seu monolugar “deu-se” melhor com o traçado português?
“Parecia que tínhamos muito mais ritmo, e foi uma pena não termos conseguido ultrapassar [Latifi] mais cedo, porque penso que provavelmente tínhamos uma corrida decente em termos de tempo de volta à nossa frente”, disse Schumacher. “Talvez até tivéssemos apanhado o George, quem sabe? Mas sinto que estamos grandes, grandes passos à frente de onde estávamos em Imola. E se continuarmos a dar esses passos, penso que estaremos num lugar muito bom no final do ano”.
Günther Steiner também é da opinião que a equipa progrediu e que poderiam ter tido mais ritmo: “Foi um fim-de-semana com progresso. Sei que continuo a usar a palavra progresso, mas é isso que precisamos de fazer, e estamos a fazê-lo. O fim-de-semana inteiro foi bom, na minha opinião. Quando se senta ali e não consegue passar por Latifi, a frustração instala-se – e isso é uma coisa boa, pois significa que poderíamos ter mais“.











