GP Mónaco F1: O que decidiu: Velocidade de Vettel ou tráfego que Raikkonen apanhou?
Todos na Ferrari estão contentes com o fim de semana no Mónaco, mas um pouco menos Kimi Raikkonen. Tudo porque fez tudo bem o que tinha de fazer, a pole, o arranque, a primeira metade da corrida, mas depois Sebastian Vettel apareceu-lhe na frente. Estranho no mínimo.
No lado da Mercedes, Lewis Hamilton diz que o que aconteceu na Ferrari foi uma tática da equipa, mas Toto Wolff considera que foram apenas as circunstâncias da corrida que permitiram que Sebastian Vettel passasse para a frente. Mas vamos tentar perceber se foi estratégia ou as circunstâncias da prova.
Nas voltas antes das respetivas paragens, ambos os pilotos da Ferrari estavam a rodar em 1m17s ‘baixo’. Se virmos os tempos, reparamos que Raikkonen não teve uma quebra de ritmo e na volta 33, a antes da paragem, fez a sua volta mais rápida e manteve o seu colega de equipa a 1,2s. Após a corrida o finlandês confirmou que não tinha pedido a paragem, “fui chamado para entrar”.
A paragem de Raikkonen não foi das mais rápidas, mas também não foi lenta. Esteve 3,4s parado, mais 0,3s que o seu colega. Kimi voltou à pista logo atrás de Stoffel Vandoorne e de Pascal Wehrlein, que já tinham ‘levado’ uma volta de avanço e terá sido neste momento que Raikkonen perdeu a corrida.
Na volta 35 Kimi perdeu mais de três segundos para seu colega de equipa, uma paragem nas boxes, no Mónaco ‘custa’ à volta de 19 segundos. No final da volta 35 Vettel já tinha o tempo suficiente para ir às boxes e sair na frente. O alemão considerou que “a corrida não se decidiu na boxe, não diria isto. Mas sim na pista com os pneus velhos”.
De facto, Raikkonen, foi mas rápido com os super macios que Vettel fora com os ‘velhos’ ultra macios, na volta 36, mas já era tarde de mais, porque o tempo perdido por Raikkonen no tráfego na sua volta de saída já ‘dava’ a liderança à volta 35. Nas voltas 37 e 38, Vettel conseguiu as suas voltas mais rápidas, à volta do segundo 15. Mas Raikkonen nas voltas 38 e 39 também rodou no segundo 15.
No entanto o tempo da volta de entrada na box já tinha dado para passar. Vettel fez 1:32.673 enquanto Raikkonen fez 1:34.039. E Vettel saiu ‘confortavelmente’ à frente. A volta lenta atrás do tráfego, assim como a velocidade de Vettel já não serviram de muito, a corrida já estava decidida…
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Paulo Alexandre Alberto Alberto
30 Maio, 2017 at 1:34
Em resumo: Luca Cordero de Montezemelo …. e mais do mesmo!!!
Zé do Pipo
30 Maio, 2017 at 8:36
Não diria “o que” decidiu, mas “quem” decidiu… Ferrari! E não se trata de teoria da conspiração, a verdade é que sempre, ou quase sempre, que isto acontece o piloto que sai a ganhar é aquele que vai à frente no campeonato. Tão simples como mandarem o kimi entrar sem o avisar umas quantas voltas antes, para ele ser impedido de retirar a restante performance daquele jogo de pneus, e já está!
dxico
30 Maio, 2017 at 10:25
Bom dia.
Sou fã da Ferrari e do vettel e ate poderia concordar que foi uma estratégia de equipa, mas então sejamos justos. Não falemos apenas da Ferrari mas também da redbull, pois o max entrou primeiro que o ricciardo e aconteceu exatamente a mesma coisa, ficaram apeados com o tráfego. O ricciardo conseguiu fazer voltas rápidas antes do pit e quando saiu estava a frente do bottas e do Max.poderei ser suspeito, mas parece-me apenas q foi circunstância da corrida. Acredito q quem detesta a Ferrari que queria acreditar q foi propositado, mas ainda bem q o vattel passou a 1° pq o kimi na segunda metade da corrida foi uma nódoa e nao falemos de desmotivação, porque só tinha q provar q estava mãos rápido q o vettel….
[email protected]
30 Maio, 2017 at 10:36
Pelos comentários há muita gente a ver telenovelas a mais. O Kimi estava a perder tempo para o Bottas e Max há já algumas voltas, o Vettel mantinha-se entre 1 a 2s de distância. A vantagem do Kimi passou de quase 8s para menos de 3s. Isto não é ritmo de corrida superior, é estar a servir de tampão para todos, nada mais. Se alguém devia estar chateado, era o Kimi com ele próprio. Sempre foi vantajoso mandar os pilotos cedo às boxes no Mónaco, tanto que o Bottas e Max foram cedo (e não vejo a Mercedes e RB a querer perder corridas), por isso não vejo onde está a telenovela.
MVM
30 Maio, 2017 at 12:39
Nunca vou compreender o que fez o Sebastian Vettel de tão mau que ninguém o perdoe e não percam uma oportunidade para crucificá-lo. O Senna era uma besta ao volante (e não só ao volante, que o diga o Eddie Irvine), mas é endeusado por todos; o Michael Schumacher era igual ou pior e é, ao que parece, o piloto mais popular de sempre; o Nélson Piquet Sénior tinha a língua (e os modos) de uma peixeira, mas era idolatrado. Ms o Vettel, esse, parece mexer com a saúde mental de alguns comentaristas. É um piloto de qualidade excepcional e, para além disto, um jovem inteligente e com espírito, mas a maneira como o tratam faz lembrar a personagem Emmanuel Goldstein do ‘1984’, de George Orwell (leiam o livro ou façam uma pesquisa, porque o saber não ocupa lugar). Eu já passei há muito a fase de ter ídolos, mas custa-me ver um piloto ser sistematicamente denegrido e a serem-lhe imputadas falsidades para lhe retirar mérito. O que pretendem, com esta polémica, é dizer que o Vettel não tem valor para ganhar e só o faz por ser protegido pela equipa. Isto, peço desculpa, é uma estupidez. Não há nenhuma palavra mais suave de se ouvir. Não se ganham QUATRO títulos de campeão do mundo sendo um piloto médio, mesmo com um grande carro. As pessoas deixaram-se embarcar num ódio que tem a sua origem, quer na ultra-chauvinista imprensa britânica (que não perdoa os “casos” com o Mark Webber e não admite que Hamilton seja destituído do pedestal falso em que o puseram), quer na obsessão do Fernando Alonso em assegurar um lugar na história como o melhor piloto das duas primeiras décadas do Século XXI, ideia delirante estorvada pela existência, no mesmo período, de um piloto com o dobro dos títulos, mas na qual a sua legião de fãs acredita como se fosse a palavra do Senhor.
Curiosamente, para os comentaristas em websites como o motorsport.com e gpupdate.net, o que aconteceu no GP do Mónaco foi muito simples: o Vettel construiu uma vantagem durante as cinco voltas antes de trocar de pneus que lhe permitiu ficar à frente do Kimi, e este não teve velocidade para reagir. End of story. Mas aqui, não sei porquê, anda tudo a inventar teorias malucas. É por o Vettel ser alemão? É por ter roubado dois títulos ao Alonso? É por estar na iminência de voltar a ser campeão? Expliquem-me.
Jaguar R3
30 Maio, 2017 at 13:36
O Vettel é um bom piloto mas tem a escola alemã (que provavelmente não é um exemplo de correcção).
MVM
30 Maio, 2017 at 14:55
Você é um xenófobo, se realmente pensa assim. Por isso, desculpe lá mas a sua observação não me merece nenhum crédito.
Jaguar R3
30 Maio, 2017 at 15:58
Não, simplesmente prefiro pilotos correctos. Estilo Jenson e Kimi.
Mas os santos estão e sempre estarão no altar. Certas coisas são utopias e devem ser vistas como tal.
Simplesmente não consigo simpatizar com certas cenas, temos pena.
MVM
30 Maio, 2017 at 23:11
Como não sei de que “cenas” e incorrecções está a falar, continuo a dizer que o que você sente é despeito por o seu favorito (seja lá quem ele for, não sei nem me interessa) não ter o mesmo sucesso. E disfarça esse sentimento mesquinho com a aparência de um princípio moral. E tem a arrogância de fazer uma condenação genérica de todo um povo – o que se chama xenofobia. O que você disse não é diferente de dizer que todos os muçulmanos são terroristas ou que todos os italianos são mafiosos.
Mas por que tenho a sensação de estar a perder o meu tempo consigo?
Jaguar R3
30 Maio, 2017 at 23:30
Já percebi que é fã acérrimo de Vettel. A ponto de se tornar deselegante para quem o tentar contariar.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
31 Maio, 2017 at 22:24
Só você ainda não tinha reparado nisso. Cumprimentos
MVM
31 Maio, 2017 at 22:45
Send in the clowns!
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
1 Junho, 2017 at 16:42
E a “cena” de teres feito um post a anunciar que te ias embora daqui para depois voltares sem vergonha nenhuma? Quando é que falamos disso? Cumprimentos
elio
30 Maio, 2017 at 20:28
Este ódio de estimação aos pilotos Alemães, foi iniciado pelo Michael Schumacher que se borrifou para o estatuto do Senna e deu-lhe uma ensaboadela de cima a baixo nas pistas, o que deixou uma série de gente muito chateada. Principalmente Brasileiros (compreensível) e também muitos Portugueses impregnados de cultura Brasileira, graças às telenovelas e ao futebol, numa altura em que Portugal nada vencia (agarrando-se então aos sucessos do “irmão Brasileiro” como se fossem os da sua Nação).
Quando abandonou a F1 no final de 2006 como heptacampeão mundial e já na fase descendente de uma longa carreira, o Michael Schumacher era considerado por muitos o melhor de sempre na F1 e detinha todos os recordes importantes da modalidade, muitos dos quais ainda perduram. Mais uma vez, isso deixou muita gente chateada. Era uma ofensa à memória do ídolo.
Naturalmente, o piloto que finalmente o conseguiu bater depois de 5 títulos consecutivos (Alonso), foi adoptado como uma espécie de semi-deus pelos ressabiados. O ídolo estava vingado!
Só que em 2007, o novo herói das hostes é batido por um rookie acabadinho de chegar da GP, mas isso já não interessava para nada, porque o anti-Cristo Teutónico tinha já pendurado o volante.
3 anos depois, vindo lá da estepes de Kerpen (de onde tinha vindo o anti-Cristo original) impõe-se um puto imberbe e foi um ver se te avias: Leva tudo à frente e ganha 4 títulos consecutivos. Tocaram novamente as trombetas dos ressabiados, mais 4 anos de choro compulsivo e ódio redobrado aos pilotos Alemães.
[email protected]
31 Maio, 2017 at 1:49
Isto só pode ter sido escrito durante uma grande “borracheira”, vulgo bebedeira. Ou então durante um AVC ou Trombose, ou as duas juntas.
Iceman07
31 Maio, 2017 at 3:04
Ensaboadela de cima a baixo??
No ano de 1992 o carro do Senna não prestava para nada.
No ano de 1993 e com motores Ford cliente (contra os Ford fábrica da Benetton) o Senna ficou à frente do Schumacher e do Hill, e só não ganhou porque o Prost tinha um Super Williams.
No ano de 1994 foi o que aconteceu, foi um filme interrompido à meio. Mas já se sabe que o Schumacher venceu com um carro ilegal com suspensão activa e sem filtro de combustível.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
1 Junho, 2017 at 16:50
Deixa-o sonhar… No mundo real quando os adeptos, pilotos e ex-pilotos e imprensa especializada em automobilismo faz aquelas votações em que se escolhe o melhor piloto de todos os tempos, justamente, o Senna ganha sempre! Cumprimentos
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
1 Junho, 2017 at 16:45
Então o seu ressabiamento contra o Alonso vem dai, de ter batido o Schumacher! Melhor, de ter BATIDO (em letra bem grande) o Schumacher e te-lo impedido de se retirar campeão… Está explicado o seu complexo anti-Alonso. Cumprimentos
Nuz18t
30 Maio, 2017 at 20:52
Faz me lembrar a anedota do bebado e da feiosa! Tanta letra que nao compreendes o porque tanto alvoroco com o Vetel e no mesmo comentário faz a mesma coisa com outros pilotos, va se lá compreender!
MVM
30 Maio, 2017 at 23:01
Que tal se abríssemos os manuais de português do ciclo e refrescássemos o nosso português? E – se não fosse pedir demais – que tal fazer um pouco de sentido?
Nuz18t
31 Maio, 2017 at 0:31
Pensando melhor a anedota nem se aplica ao teu comentário, é que tanto o problema do bebado como a tua hipocrisia tem cura! Trata da cabecinha rapaz! Vai ler uns livros de educacao moral! Nao critiques os outros e depois fazes a mesma coisa!
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
1 Junho, 2017 at 16:51
Muitíssimo bem escrito! Cumprimentos
Jabba
30 Maio, 2017 at 13:12
Uma vitória no Mónaco é especial, e o Kimi até aqui nunca tinha tido uma oportunidade tão boa para ganhar uma corrida.
Vettel parecia estar mais rápido que Kimi, apesar de achar que o Kimi estava a controlar o andamento, e no 2º stint baixou os braços com o que aconteceu. Independentemente de Vettel estar mais rápido, a decisão de entrada nas boxes deveria caber ao piloto da equipa que ia à frente, como fazem na Mercedes. Pelos vistos o Kimi foi chamado. A sua cara apesar de normalmente não apresentar emoções, acho que foi muito clara em relação ao que se passou. E o aperto de mão que deu ao Vettel deixou evidente pela sua expressão que continha recado.
Infelizmente, conhecendo por dentro este desporto, é mais do que evidente o que se passou, independentemente das circunstâncias, ou a habilidade com que foi feito. Até pode ser uma decisão legítima, mas não concordo. O Vettel podia estar mais rápido, mas o Kimi tinha aqui a oportunidade e legitimidade para ganhar uma corrida. Isto só seria bom para a Ferrari.
Digo isto apesar de considerar que Vettel é claramente o piloto mais forte, a par de Hamilton, e acreditar que a luta vai ser entre eles.
Como fã de F1 e da Ferrari não gosto de ver este tipo de situações, independentemente de quem apoio.
Pity
30 Maio, 2017 at 14:01
Está equivocado. A decisão de parar, pertence sempre à equipa, nunca ao piloto, em nenhuma equipa. O que acontece muitas vezes, é o piloto pedir para entrar, porque está em apuros com os pneus, mas a decisão é sempre da equipa.
Jabba
30 Maio, 2017 at 20:29
O que eu quis dizer foi que quem devia ter primazia na decisão era o piloto que vai à frente. Já se sabe que a equipa tem um papel importante nisso, tão importante que sabiam perfeitamente onde o Kimi ia entrar em pista depois de trocar os pneus.
Se quiser entrar pela questão facilmente encontra exemplos em que os pilotos contrariam as decisões dos muros, ou dão informações que são importantes para o muro tomar decisões. Isto é sempre uma decisão conjunta, e é óbvio que o piloto confia na decisão da equipa, devido a toda a informação que tem. Quando um piloto se vê prejudicado surge um ambiente de desconfiança com o muro das boxes, o que não pode ser bom para a equipa.
Mas a estratégia da corrida devia estar delineada, e a cara do Kimi e pelos vistos os seus comentários quiseram dizer muito.
São decisões destas que minam as equipas. Veja o Rosberg e o Hamilton, com os episódios que conhecemos. Ainda esta época já ouvimos tanto o Hamilton como o Kimi a questionarem o muro das boxes. Tudo porque já aconteceram coisas que não estavam previstas, e de alguma forma prejudicaram a confiança na equipa.
Á Mercedes só interessa desvalorizar este assunto porque sabem bem do que estão a falar.
Jaguar R3
30 Maio, 2017 at 13:38
Ainda ninguém tocou num pormenor importante: o Kimi tinha acabado de ser pai pela segunda vez. Esta atitude da equipa demonstra que não passa de um mero segundo piloto a quem dão pouca importância (Barrichelo II).
Pity
30 Maio, 2017 at 14:07
Eu vejo outro pormenor: atendendo a que o Vettel já usou quatro turbos em seis corridas, assim que tiver de usar um quinto, vai penalizar, portanto, tem de amealhar o maior número de pontos enquanto não penaliza.
elio
30 Maio, 2017 at 17:00
É a tal rotatividade de componentes, permitida pela regras.
Lá por a Ferrari ter mudado os turbos, não quer dizer que os substituídos estejam partidos ou tenham algum defeito. A Ferrari reutilizará posteriormente esses turbos já usados nos seus carros e fará a gestão desse componente, conforme o tipo de circuito (mais rápido ou mais lento), sem ser penalizada por isso.
Pity
30 Maio, 2017 at 17:20
Claro que sim, mal seria se não os reutilizassem. Mas acho esquisito, nunca li que outras equipas fizessem o mesmo (excepto uma certa equipa que já começou a penalizar…). O tempo dirá se é táctica ou necessidade. Espero que seja, de facto, táctica, caso contrário, poderá ser desastroso.
elio
30 Maio, 2017 at 17:59
Estamos a falar de coisas distintas. A Ferrari está a substituír os turbos por uma questão de gestão enquanto a McLaren, está a substituír vários componentes por avaria dos mesmos.
Pity
30 Maio, 2017 at 18:20
Eu sei que estamos a falar de coisas diferentes. A única justificação que eu encontro, é que o primeiro turbo tenha dado problemas, a Ferrari decidiu fazer alterações e depois usou os novos logo de seguida, para verificar se o problema tinha ficado resolvido. Estou a especular, mas, como disse, é a única justificação que encontro. E espero que não haja mesmo problemas de fiabilidade, não gostaria que o campeonato se decidisse pelo número de penalizações.
elio
30 Maio, 2017 at 19:01
Já agora, onde é que leu que o Vettel já vai no 4º turbo em 6 corridas ?
Pity
30 Maio, 2017 at 19:36
https://www.autosport.pt/formula1/f1-vettel-beira-perder-lugares-na-grelha-partida/
elio
30 Maio, 2017 at 21:41
Isso é mais um devaneio do “Barrete” Costa. Não há qualquer referência a isso em mais nenhum site da especialidade.
Pity
30 Maio, 2017 at 22:20
Descobri outro site que diz o mesmo, e de um jornalista que acompanha a F1 in loco:
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/livio-oricchio/noticia/o-que-penso-da-decisao-da-ferrari-de-favorecer-vettel-no-gp-de-monaco.ghtml
elio
31 Maio, 2017 at 0:50
Isso não é um site da especialidade, é apenas uma coluna de opinião de um jornalista. Mas não posso dar muito crédito a quem afirma que o responsável maior pelo SF70H é o James Allison, quando na realidade é 100% design da dupla Resta/Binotto.
Nos sites técnicos da especialidade, não achei qualquer referência a essa troca, mas admito que possam ter reutilizado uma das unidades turbo mais antigas no carro do Vettel para este GP do Mónaco, que não é exigente em termos de potência. Mas a penalização é só para componentes novos e não reutilizados.
Pity
31 Maio, 2017 at 13:15
Para encerrarmos este “bate-papo”, acredita mesmo que o Allison não tem nada a ver com este carro? Então o que é que ele esteve a fazer na Ferrari? A puxar o lustro ao carro de 2016? A jogar à batalha naval? A base é dele, os seguidores, apenas o desenvolveram, o que não foi pouco. Os carros de um ano, começam a ser desenhados com quase um ano de antecedência!
Quanto ao site não ser da especialidade, o Lívio Oricchio é o jornalista de F1 mais conceituado no Brasil, acompanha no local todas as provas, como fazia o “nosso” Luís Vasconcelos, está, portanto, mais bem informado do que todos nós juntos.
Mas se ainda tem dúvidas (parece que sim) sobre o número de turbos que o Vettel já usou, aconselho-o a estar atento, no próximo GP, pois a qualquer momento, como é costume, vai aparecer o gráfico que informa os componentes já usados pelos pilotos.
Tenha um bom dia.
Iceman07
31 Maio, 2017 at 3:07
E se for pai pela terceira vez passa à terceiro piloto.
Vettel5
30 Maio, 2017 at 15:25
Tanta especulação em torno desta corrida que não dá para entender. A Mercedes fez jogo de equipa à descarada no 5º GP do ano, na Rússia, e não se viu tanto aparato como agora. No mínimo perceptível. A Ferrari sempre foi, é, e sempre será o alvo a abater por todas as equipas. Mas nem ninguém viu jogo de equipa na corrida do Mónaco. Vimos dois pilotos a lutar pela vitória, com estratégias diferentes, da mesma maneira que Raikkonen entrou mais cedo, Bottas e Verstappen fizeram o mesmo. Vettel ficou em pista, para ver também o que fazia Ricciardo, rapidamente se percebeu que estes dois pilotos da frente com pneus “velhos” eram mais rápidos que os outros com pneus novos super-macios. A estratégia nunca é fixa, é sempre moldada no decorrer da corrida, devido a circunstâncias momentâneas e imprevistas. Vettel percebeu que estava a ser mais rápido que Kimi (ainda por cima este último apanhou tráfego) e que podia sair da box em 1º e Ricciardo a mesma coisa, e sair da box em 3º e ultrapassar Bottas e Max. O lógico aconteceu, devido ao andamento, ao pilotos atrasados, aos pneus, à estratégia de corrida. Há mais para entender?
P.S. Wehrlein aquele piloto que tem sido subvalorizado à força não vale nada!
elio
30 Maio, 2017 at 18:07
No site F1.com está uma boa explicação para o que aconteceu. E também como o 1º piloto da equipa a parar no Mónaco tem vantagem.
https://www.formula1.com/en/video/2017/5/Vettel_s_Monaco_win___did_Ferrari_strategy_gift_him_victory_.html
MVM
30 Maio, 2017 at 23:05
E nem com esta raiva toda o Kimi consegue evitar o BWOAH! lol
[email protected]
31 Maio, 2017 at 1:39
Aqui o que está a custar a muita gente, nem é o facto de ter sido o Vettel a ganhar, pois se os papeis fossem invertidos, ou seja, Vettel fazer a pole e manter a posição no arranque, e depois ser chamado à boxe mais cedo que o companheiro, saindo no meio do tráfego, enquanto o colega saía à frente e com pista livre, também haveria choradeira por aqui. O que custa a muita gente é o facto de ter sido a FERRARI a ganhar, e de este ano, pelo menos para já, estar fortíssima. A grande dor de cotovelo vem daí.
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31 Maio, 2017 at 9:40
Para mim a questão é apenas uma! Sabia ou não a Ferrari que quando o Kimi fizesse o pitstop iria ficar bloqueado no tráfego? Sabia ou não? Porque se sabia fez de propósito, se não sabia, deveria saber. Para os críticos do Kimi, os que dizem que já não tem velocidade, blá blá blá, apenas vos digo isto: Lotus-Renault, regresso após 2-3 anos, 2 vitórias. Não é para todos. Deem-lhe um carro que esteja perfeito ou ao seu estilo e ele bate qualquer um.
Ficou frustrado por não ganhar no Mónaco. Também eu ficava. Foi pai pela 2ª vez, fez a pole e porventura queria dedicar a vitória à esposa ou ao recém-nascido. Normal!! Qualquer um fazia.
Parem de criticar um dos pilotos mais geniais da sua geração