Em muitos aspetos, a Mercedes tem a situação oposta à da McLaren, porque também mostra um ritmo encorajador por vezes, mas tem dificuldade em fazê-lo de forma consistente.
Um exemplo perfeito ocorreu durante a qualificação, onde Lewis Hamilton foi o terceiro mais rápido na Q2 e pareceu colocar os seus pneus na janela de trabalho para extrair mais desempenho.
Mas ele não conseguiu repetir isso na Q3 e ambos os pilotos acabaram experimentando o composto médio nas suas voltas finais, com Hamilton a garantir o oitavo lugar atrás de George Russell em sétimo.
A Mercedes também trouxe um novo piso para Miami, mas os seus potenciais ganhos ainda não foram vistos, depois de ambos os carros terem começado fora do top 10 no Sprint e terem sido fortemente travados por Kevin Magnussen durante todo o tempo.
Começando atrás de três equipas que têm sido geralmente mais rápidas até agora nesta temporada, a Mercedes tem a oportunidade de, pelo menos, correr ao seu próprio ritmo e, potencialmente, agarrar-se ao grupo da frente. Mas estes altos e baixos da Mercedes provam uma vez mais de que o que de bom fizeram entre 2014 e 2020, ficou na antítese do que desde 2022 para cá.
Provavelmente, algo de completamente novo e diferente, só mesmo em 2026…











