Daniel Ricciardo alcançou ontem a melhor qualificação de um piloto da AlphaTauri desde o GP do Catar de 2021 (2º lugar de Pierre Gasly), conquistando o quarto posto da grelha de partida para a corrida de hoje no México.
O piloto australiano admitiu que sentiu que o carro estava muito competitivo no traçado mexicano logo no primeiro treino, mas foi no sábado que colocou em prática o que vinha a sentir. “Na Q1 e na Q2, o Yuki [Tsunoda] foi fantástico, deu-me cone de aspiração só para garantir que entrávamos na Q3, mas depois na Q3 não tive cone de aspiração [por eliminação do seu companheiro de equipa na Q2] e mesmo assim mostrámos um ritmo muito bom”, salientou Ricciardo, acrescentando que “por isso, acho que foi provavelmente isso foi o melhor de hoje [ontem], que não foi ‘Oh, ok, conseguiram esse resultado, mas ele ganhou alguns décimos em cone de aspiração’. Tínhamos ritmo e, na verdade, na última volta, quando cruzei a linha, estava bastante zangado porque não melhorei. Estava em vantagem no primeiro setor e depois fomos perdendo o ritmo ao longo da volta, por isso deitei essa oportunidade fora, mas, pelo que parece, ninguém melhorou realmente no final com um segundo conjunto de novos macios, por isso talvez a pista tenha piorado, o que me fez sentir um pouco melhor”.
Ficando ainda mais satisfeito por não ter ficado no quarto posto com uma desvantagem muito grande para o tempo da pole position de Charles Leclerc, Daniel Ricciardo sublinhou que o bom resultado na qualificação também é importante para a sua equipa, “que não é frequente qualificarem-se tão bem na grelha, especialmente este ano. Também não acho que este carro seja para estarmos no 10º lugar no campeonato de construtores. Tem estado definitivamente mais competitivo e estou contente por ter conseguido tirar o máximo partido dele”, concluiu .
Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images/Red Bull Content Pool











