Pierre Gasly lidou bem com a pressão a que foi sujeito na sua primeira qualificação para um Grande Prémio, na Malásia, onde conseguiu o 15º tempo, a 0,15s do seu mais experiente companheiro de equipa Carlos Sainz Jr, que ficou imediatamente à sua frente O francês, que foi chamado a substuir Daniil Kvyat dias antes da prova, afirmou que a pressão até o ajudou a cumprir aquilo a que se propunha em Sepang.
Questionado se estava nervoso antes da qualificação Gasly respondeu: “Senti-me bem pois estou exatamente onde queria estar desde criança. Na altura em que saí da ‘pit-lane’ já estava a pensar de como fazer o aquecimento para me assegurar que era competitivo. É algo que me agrada bastante. Tenho sido submetido a pressão desde que iniciei o programa da Red Bull, e isso ajudou-me certamente a liderar muito bem com a situação de hoje”.
Pierre Gasly progrediu para a segunda parte da qualificação com alguma facilidade, depois de uma volta que o colocou na oitava posição na Q1. A sua melhor volta na Q2 foi mais lenta, mas o piloto francês ficou contente por ter ficado perto de Sainz Jr. “Na Q2 não consegui extrair tudo na segunda tentativa. Toda a gente estava agrupada e não consegui ter os pneus à temperatura certa para o segundo setor. Perdi qualquer coisa como duas décimas e meia na curva 5 e recuperei um pouco no último setor, terminando a uma décima comparando com o meu melhor”, explicou Gasly.









O Gasly não estava a pensar “DE” coisa nenhuma. O que ele estava era a pensar “EM”.
Parece prometer. Fica-se com a ideia que a toro não ficará órfã com a saída do Sainz.
Início com o pé direito. Eu continuo a achar que o Sainz qdo confrontado com companheiro mais fortes vai cair um bocado do pedestal.
Amanhã o Kvyat vai roer as unhas e fazer rézinhas para que Gasly se despiste.