O Grande Prémio do Japão teve várias decisões dos comissários de corrida que provocaram comentários por parte dos pilotos, desde logo as penalizações a Max Verstappen e a Fernando Alonso, ou, por outro lado, o facto de não ter existido nenhuma penalização no acidente entre Kevin Magnussen e Charles Leclerc ou no acidente entre Verstappen e Sebastian Vettel.
Charlie Whiting veio agora comentar a penalização ao espanhol e o acidente entre o piloto da Haas e o da Sauber. Whiting disse que a FIA teve que punir Fernando Alonso por ter cortado a chicane, apesar de ter sido forçado a sair da pista pouco antes por Lance Stroll.
“Os comissários sentiram que estava perfeitamente claro o que o Fernando fez. Ele cortou a chicane, atravessou rapidamente a brita e voltou à frente. Acho que ficou bem claro que ele ganhou vantagem ao deixar a pista. Os comissários sentiram que o Stroll forçou o Fernando a sair, mas isso não faz com que ele tenha o direito de cortar a chicane. Ele não deveria ter ganho uma posição a fazer isto, mas o Stroll não deveria tê-lo empurrado para fora da pista. Por isso, eles sentiram que cada piloto deveria receber uma penalização de cinco segundos por dois atos separados”.
Já sobre o caso Leclerc/ Magnussen, Whiting disse que não existia motivo para penalização.
“Se analisarmos muito cuidadosamente, o que vemos são dois carros a descer, com o Kevin sem se mover e então o Charles acerta. Ele [Charles] decide ir para a direita e, exatamente na mesma altura, ou no vídeo, foi um frame, à distância de um frame, o Kevin move-se. Acho que é impossível dizer que o Kevin o bloqueou. É preciso olhar para isso algumas vezes e analisar em detalhe para ver isso. Mas acho que foi uma pena. E acho que foi isso que os comissários sentiram”, disse o diretor de corridas da Fórmula 1.










