A análise ao ritmo da McLaren nas simulações de corrida efetuadas na sexta-feira estavam erradas. Alexander Albon comprovou que o desempenho do Williams FW45 nas longas retas de Monza foi mais eficaz do que o pacote atualizado do MCL60 de Lando Norris e Oscar Piastri.
Em corrida deveria ter a McLaren alguma vantagem para a Williams, mas o piloto da equipa de Grove esteve sempre na frente dos pilotos de Woking. Foram incapazes de ultrapassar este enorme desafio, ao mesmo tempo que a Williams mostra que as coisas estão a correr bem.
Albon foi ultrapassado com alguma facilidade por Lewis Hamilton, mas o piloto britânico tinha pneus médios no W14 mais rápidos do que os duros do carro do tailandês. Depressa voltou a defender-se dos avanços de Norris, já sem a companhia de Piastri depois do incidente com o piloto da Mercedes.
Do lado da McLaren, a corrida começou com Norris a dizer que estava mais rápido do que Piastri, ainda numa fase precoce do Grande Prémio. Estiveram próximos de poderem desistir da corrida devido a acidente entre ambos, escapando ilesos e sem danos aparentes nos monolugares. Pareceu faltar gestão por parte do pitwall para a corrida dos seus dois pilotos, ao mesmo tempo que desempenho do carro no traçado italiano.
Piastri esteve envolvido noutro incidente, desta vez sem culpa, conseguindo ainda terminar a corrida, mas fora dos pontos. É um dos maiores prejudicados e que mais perdeu em Monza, depois de uma fase mais positiva da sua equipa.
A McLaren terminou com apenas os 4 pontos de Norris, enquanto a Williams tem o seu ganha-pão em Albon, somando mais seis pontos e afastando-se gradualmente das equipas do fundo da tabela.
Foto: Martin Trenkler









