Depois do pódio no GP do Azerbaijão, este sétimo lugar de Monza é para já o segundo melhor resultado da curta carreira de Lance Stroll na Fórmula 1. Depois de ser muito criticado na primeira metade da época – como se a F1 fosse o desporto mais fácil do mundo, onde a maioria chega, vê e vence – o jovem canadiano a tudo tem resistido e está a fazer o seu trabalho cada vez melhor.
Pode não ser um novo Gilles Villeneuve, mas a verdade é que ao cabo de 13 corridas está apenas sete pontos atrás do experiente Felipe Massa. Desta feita, mais um desempenho em corrida muito positivo com o Williams, onde só uma falha da equipa nas boxes, durante a sua troca de pneus, lhe retirou a possibilidade de fazer ainda melhor.
Largou pela primeira vez da primeira fila, tornando-se no mais jovem de sempre a fazê-lo, não cometeu erros, embora tenha perdido a batalha inicial com o seu grande amigo, Esteban Ocon, logo na travagem para a primeira chicane: “Estou muito feliz, o ritmo foi muito forte, tive pena de perder a posição para o Esteban (Ocon), mas o Lewis (Hamilton) arrancou um pouco mal e bloqueou-me um pouco e eu tive de travar mais cedo. Primeiro passou o Valtteri (Bottas) depois o Kimi (Räikkönen) e mais tarde foi uma pena a paragem nas boxes pois aí tínhamos uma boa oportunidade de passar o Esteban (Ocon). Tive também uma pequena questão com um pneu (ndr, fruto duma travagem demasiado prolongada em que bloqueou rodas) mas as corridas são mesmo assim. Estou muito feliz com o meu desempenho e hoje aprendi mais uma lição. Vivi momentos especiais, ao largar da primeira fila, e por tudo isto foi um fim de semana muito positivo. Basicamente a corrida acabou com a posição que esperávamos”, concluiu.











