A Red Bull pode não ter tido andamento para a Mercedes na dupla passagem pelo Red Bull Ring, nos dois eventos que foram o pontapé de saída da temporada de 2020, mas muito provavelmente, as coisas podem ser bem diferentes na Hungria, pois a Red Bull é bem – habitualmente – mais competitiva na Hungria. De resto, será que a Ferrari vai aparecer? Haverá mais e melhor quanto ao ritmo da Racing Point?
No fim-de-semana passado, Max Verstappen lutou contra a falta de velocidade em reta no sua Red Bull RB16. Mas a boa notícia é que agora na Hungria chegamos à pista que foi classificada como a menos sensível em termos de potência de todas as corridas em 2019 – e onde o holandês fez a sua primeira pole position no ano passado, uma das apenas cinco poles que a Red Bull conseguiu na era turbo híbrida.
Com a análise de dados de sexta-feira na Estíria a mostrar a Red Bull como o melhor carro em curvas de baixa velocidade por alguma margem, ou mesmo em curvas de média velocidade, tendo em conta que aqueles dois tipos de curva constituem a maioria da volta do Hungaroring é perfeitamente possível que Max Verstappen possa repetir a sua pole position este ano.
No entanto, não vamos tão longe ao ponto de excluir a Mercedes da corrida, tendo Valtteri Bottas ficado apenas a 0,018s de Verstappen no ano passado, enquanto Lewis Hamilton não obteve seis vezes a pole no Hungaroring por coincidência. Pensamos que, salve alguma grande surpresa de última hora, que não vislumbramos, a pole vai decidir-se entre Max Verstappen e os dois Mercedes e a partir daí as percentagens para a vitória na corrida ficam delineadas, sendo que os Mercedes têm a vantagem de poder ‘cobrir’ mais do que uma estratégia, complicando a vida a Verstappen dessa forma. Mas primeiro, vamos ver como tudo se irá conjugar antes de domingo.
A pole dos últimos cinco anos:
2019 – Max Verstappen (Red Bull)
2018 – Lewis Hamilton (Mercedes)
2017 – Sebastian Vettel (Ferrari)
2016 – Nico Rosberg (Mercedes)
2015 – Lewis Hamilton (Mercedes)











