Max Verstappen voltou a triunfar esta temporada, elevando a sua contagem pessoal de vitórias para nove em 2023. Na Hungria, com o triunfo do neerlandês, a Red Bull bateu o recorde que pertencia à McLaren de 12 vitórias consecutivas na Fórmula 1. Um número invejável e que comprova o excelente momento que passa a estrutura de Milton Keynes, também à boleia do que é capaz o bicampeão do mundo da disciplina.
Se na qualificação houve queixas sobre o equilíbrio do RB19, Verstappen tinha adiantado que o mesmo não se passaria na corrida e que o ritmo seria forte. O que realmente aconteceu. Nem o facto de ter Lewis Hamilton ao seu lado na grelha de partida, prevendo-se que as aproximações às três primeiras curvas pudessem ser intensas, alterou o rumo da corrida. O piloto britânico teve um pior arranque do que o adversário e ficou inclusivamente fora dos três primeiros. A partir daí, Verstappen ganhou vantagem volta a volta em relação a Oscar Piastri e Lando Norris, que tinham os seus próprios objetivos para a corrida, não dando qualquer hipótese a quem quer que seja. Vitória dominante do neerlandês, que deu mais um passo em direção à revalidação do título.
Por seu turno, Sergio Pérez regressou ao pódio e até foi considerado o piloto do dia, com um desempenho forte. Olhando ao que era a primeira parte da corrida parecia difícil o mexicano alcançar o pódio, mas teve mais ritmo do que Hamilton e Piastri, faltando-lhe pneus para conseguir chegar mais a Lando Norris para tentar o segundo posto da classificação. Gerindo o ritmo no final, com os pneus médios a entrarem numa fase de perda de desempenho, o mexicano viu Hamilton ainda encurtar terreno, mas estava no ‘bolso’ o regresso ao pódio, depois de um GP da Grã-Bretanha menos bem conseguido. Na Hungria, Pérez pode ter dado um ‘pontapé’ na má fase que viveu ultimamente. Veremos em Spa-Francorchamps.
Foto: Dan Mullan/Getty Images/Red Bull Content Pool











