George Russell está a tornar-se um mestre em lidar com a má sorte. O britânico esteve notável na qualificação, onde foi 11º, na corrida progrediu, colocando-se em posição de terminar em sétimo ou oitavo, até que um problema mecânico o atirou para fora da corrida. Caso tivesse conseguido pontuar, teria sido o seu primeiro para Williams, e o primeiro da equipa desde o Grande Prémio da Alemanha de 2019. Esse ponto ou pontos, tê-los-ia elevado ao oitavo lugar no campeonato dos construtores, colocando-os na pole position para ganhar uma melhor parte do prémio em dinheiro numa época em que marcar pontos para Alfa Romeo, Haas e para si próprios é complicado: “Infelizmente, tivemos um problema muito raro com a unidade de energia que ainda estamos a investigar. É uma pena que tenhamos estado a trabalhar tão arduamente e que estivéssemos em grande posição de capitalizar uma semana forte. Tive um bom começo e estava a gerir bem os meus pneus em oitavo, por isso tudo estava ótimo até aí. As corridas são por vezes cruéis, mas estamos todos a forçar juntos, e estas coisas acontecem. Estou ansioso pelo próximo fim de semana”, disse.












Deve ter doído bastante, estava a fazer a sua melhor corrida na Williams.
Já começa a ser angustiante tanto para o piloto como para a própria equipa não pontuar.Mesmo sem terem descoberto a pólvora, a Williams foi das equipas que mais evoluiu a meu ver, pois Russell tem passado quase sempre à Q2 e tem mostrado ter argumentos para lutar com outros carros que não conseguiam no ano passado. Senão for mesmo para a Mercedes a sua continuidade na Williams vai dar frutos pois tenho um feeling que para o ano ainda irão evoluir mais. Resta lhes só conseguir um segundo piloto que contribua tanto para a evolução como para lutar por pontos.