O fim do GP de Espanha trouxe para cima da mesa algumas polémicas, com a de Max Verstappen a ser a mais falada. Mas a Aston Martin poderá estar com um problema grave por resolver.
Vários membros dos órgãos de comunicação presentes no local (e não só) duvidaram da explicação oficial da Aston Martin para a desistência de Lance Stroll do Grande Prémio de Espanha, que citou problemas de gestão da dor na zona do pulso, onde foi operado em 2023. Aliás, o piloto fez uma recuperação espantosa e regressou a tempo do arranque da época, depois de um acidente de bicicleta ter motivado várias fraturas. Desde então essa questão nunca mais foi abordada.
Algumas fontes descreveram uma cena caótica após a eliminação de Stroll na qualificação, incluindo relatos de que ele perdeu a compostura, partindo vários equipamentos na garagem da equipa. A Aston Martin admitiu que Stroll estava “chateado”, mas negou quaisquer rumores de ferimentos provocados por uma birra, com o chefe de equipa Mike Krack a considerar que se tratavam de “rumores de paddock”.
No entanto, vários relatos apontam que membros da equipa não tinham conhecimento de quaisquer problemas de dor até à publicação da declaração oficial, e o próprio Stroll não o tinha mencionado publicamente. Krack explicou que os pilotos muitas vezes minimizam as dores para permanecerem no carro e que a situação se agravou durante o fim de semana. Stroll precisará agora de uma intervenção cirúrgica na mão e no pulso.
A Aston Martin ainda espera que Stroll corra no seu Grande Prémio em casa, no Canadá, a 15 de junho, mas os potenciais substitutos incluem Felipe Drugovich, Stoffel Vandoorne, ou mesmo Valtteri Bottas, dependendo da disponibilidade e da licença. No entanto, Drugovich e Vandoorne estarão ao serviço das respetivas equipas em Le Mans. Sobra Valteri Bottas, caso Stroll seja novamente submetido a uma cirurgia, como tem sido apontado.










