O Grande Prémio da Emília-Romanha de 2025, em Imola, está a preparar-se para ser uma corrida taticamente complexa. O circuito não permite muitas ultrapassagens, elevando a importância da posição na pista. Isto dá a Oscar Piastri, que parte da pole, uma vantagem vital sobre os seus concorrentes.
A estratégia mais provável para a corrida é uma paragem única, usando pneus médios e duros. Este ano, a Pirelli introduziu uma gama de compostos mais macios, tornando a gestão dos pneus mais complicada.

Uma estratégia alternativa de duas paragens, utilizando uma sequência de pneus médio-duros-duros, poderá ser utilizada, especialmente para as equipas ou pilotos que se encontrem presos atrás de carros mais lentos. Embora esta opção seja cerca de dois a três segundos mais lenta no tempo total de corrida, pode funcionar se for executada na perfeição ou apoiada por um Safety Car. Ainda assim, a elevada perda de tempo nas boxes torna-a numa aposta arriscada.
Os pilotos mais atrás na grelha podem considerar começar com o composto duro e mudar para os médios mais tarde na corrida. Esta estratégia inversa já funcionou em Imola e pode ser adequada para pilotos agressivos como Yuki Tsunoda ou um dos Ferrari que procuram recuperar de maus resultados na qualificação.

As condições climatéricas podem ainda mudar a face da corrida. Embora as previsões não mostrem uma forte probabilidade de chuva, aguaceiros isolados vindos das proximidades podem apontar para o traçado italiano. Prevê-se que os ventos se intensifiquem, podendo perturbar os carros, como se viu durante a qualificação.













