já sabemos que lá na frente à uma equipa de excelência, a Red Bull que há muito tem, na prática, assegurados os dois campeonatos, mas se Max Verstappen tem sido dono e senhor do lugar mais alto do pódio se olharmos para o campeonato logo a seguir as coisas são bem diferentes.
Tendo em conta o facto da produção de Sergio Pérez ficar a ‘milhas’ da de Max Verstappen, oito vezes não foi um piloto da Red Bull a ficar em segundo e 11 vezes um ‘não-red bull’ foi terceiro. A Mercedes (2ª) tem algum avanço no Mundial de Construtores para a Aston Martin e Ferrari, mas a margem não é significativa.
Já nos pilotos, Sergio Pérez é segundo mas a 138 pontos de Max Verstappen e tem 33 pontos de avanço para Fernando Alonso. Logo a seguir, é maior e até ao 8º lugar do campeonato muito ainda pode mudar até ao fim do ano.
Em Monza, os Tifosi podem ter os seus corações postos numa vitória da Ferrari, mas por trás das duas equipas de topo vai haver outra intensa batalha nos pontos. George Russell conseguiu um lugar na segunda linha à frente de Sergio Perez por apenas 0,017s, e a diferença para o companheiro de equipa Lewis Hamilton em oitavo – com Alex Albon e Oscar Piastri no meio – foi de apenas 0,149s.
Atrás de Hamilton está Lando Norris e Fernando Alonso, o que significa que tanto os carros da Mercedes como os da McLaren estão próximos no top 10, mas Albon e Alonso estão isolados dos seus companheiros de equipa e isso vai deixá-los com menos opções estratégicas para tentar obter ganhos.
Albon ficou um pouco frustrado por não se qualificar para além do sexto lugar, devido ao ritmo que a Williams tem mostrado até agora neste fim de semana, mas admite que provavelmente tem o carro menos competitivo em termos de equipamento de corrida dos que estão no top 10, pelo que poderá ser o mais agressivo na fase inicial, antes de precisar de se defender.
Seja como for, ver Alonso, Hamilton, Norris, Russell e Albon a lutarem em pista é normalmente muito divertido.












