Não sucede muitas vezes, mas por vezes não há mesmo nada a fazer e é do mais frustrante para um piloto, estar pronto para uma corrida e o carro nem sequer sair das boxes devido a uma avaria que é encontrada enquanto os mecânicos estão a preparar o carro. Foi o que sucedeu a Carlos Sainz que não participou no GP do Qatar devido ao facto da Ferrari ter descoberto uma fuga de combustível no carro do espanhol. A corrida não iria ser fácil, pois Carlos Sainz estava previsto iniciar a corrida em 12º lugar, depois de ter falhado a Q3 por 0,031s na sexta-feira.
Os mecânicos da Ferrari ainda tentaram resolver o problema com o sistema de combustível do SF-23, mas cerca de uma hora antes do início da corrida, a Ferrari anunciou que o espanhol não iria correr.
“Teria sido bom participar, com certeza, e ver o que poderia ter acontecido, porque é uma corrida diferente da que estamos acostumados normalmente,
É uma pena. O desporto automóvel é, por vezes, cruel. Esta é das piores partes. Agora resta-nos concentramo-nos nas próximas corridas” disse o espanhol que, do mal o menos, viu Lewis Hamilton abandonar logo na 1ª volta, o que tornou a questão Ferrari/Mercedes novamente igual, pois ficou um para um em pista.
É que a dupla da Mercedes ocupava o segundo e o terceiro lugares da grelha, e poderia ter alcançado um bom duplo resultado, mas Hamilton tratou de garantir que não seria assim…
Contudo, a Ferrari deixou o Qatar com apenas 13 pontos, já que uma penalização para Leclerc por exceder os limites de pista na corrida Sprint fez com que o piloto monegasco ficasse fora dos pontos. Desta forma, a Mercedes aumentou a distância para o segundo colocado no Campeonato de Construtores para 28 pontos. Faltam cinco corridas.












