Nico Hülkenberg foi penalizado em três posições na grelha de partida do GP do Canadá por não respeitar o tempo mínimo exigido por altura da bandeira vermelha, resultado do acidente sofrido por Oscar Piastri na fase final da sessão. Perdeu o segundo lugar ao lado de Max Verstappen, por aquilo que o seu chefe de equipa considera ser “um erro que não representou qualquer perigo” para os outros pilotos.
Apesar de ter dito que aceita a penalização imposta pelo Colégio de Comissários Desportivos, Günther Steiner explicou que “foi um erro, houve excesso de velocidade, mas também temos de ter em conta que ninguém esteve em perigo porque o Nico [Hülkenberg esteva sempre a conduzir sozinho”, acrescentando depois que, “é claro que é contra as regras, mas foi um erro que não representou qualquer perigo. Recebemos a penalização, temos de a aceitar”.
Em Barcelona, Steiner foi convocado pelo CCD por ter dito que os comissários eram “leigos” e como tal, tem de limitar um pouco as suas críticas. O responsável da Haas acabou por admitir que “é uma pena não estar na primeira fila, mas temos de viver com as consequências”, garantindo que apesar da penalização, “a abordagem é a mesma e não vai influenciar ou afetar o resultado. Vamos preparar-nos como sempre e lutar muito amanhã [hoje, na corrida]”.











Regras são regras, se cumprissem limites de velocidade nem eram precisas bandeiras vermelhas e safety cars. Um limite de 60 km/h numa slow zone garante a segurança a todos nessa zona.
Regras são regras… Diga isso aos comissários.
A coerência na f1 costuma andar nas urtigas, mas aqui doi razao aos comissarios. Nao teve perigo nenhum mas poderia ter tido. Para nao existir o “poderia” mais vale penalizar hoje para pa semana nao acontecer o “poderia” ou “acontecer” mesmo