Os dois carros da Williams foram eliminados ainda na Q1. Foi apenas a segunda vez que isto aconteceu esta época e a falta de ritmo em qualificação, intrigou George Russell. O piloto afirmou que sentiu algumas dificuldades causadas pelo vento, mas nem tudo pode ser explicado por esse fator, segundo o piloto.
“Simplesmente não funcionou para mim”, disse Russell. “Penso que Nicholas fez um trabalho muito bom, mas como equipa, estávamos a lutar muito e não sabemos realmente para onde foi a nossa forma. Esta é a 19ª corrida e só não estivemos duas vezes na Q2. Esta é apenas a segunda vez e estamos muito longe, três décimos e meio”.
Comparando a qualificação no Brasil com o GP da Hungria, a única outra vez este ano em que nenhum dos carros atingiu a Q2, Russell é da opinião que o vento pode ter sido um fator desfavorável.
“Penso que a coisa mais importante foi o vento. Tivemos vento de trás através de todas as secções apertadas e sinuosas que realmente complicou bastante e, na verdade, da última vez que estivemos fora da Q2, em Budapeste, foi exatamente a mesma coisa. Tivemos vento através de todas as partes mais sinuosas que realmente nos fizeram perder tempo, o que é um fator que contribui certamente, mas parece uma desculpa fácil demais. Preciso de analisar, olhar para a minha condução, e depois trabalhar com a equipa para tentar compreender onde está o nosso ritmo”.









