Grande Prémio do Azerbaijão 2018. Fernando Alonso demonstrou, mais uma vez, o porquê de ser considerado um dos melhores pilotos de F1. Com dois pneus furados e um McLaren claramente pouco competitivo, Alonso para para mudar os pneus e faz um resto de corrida memorável, conseguindo terminar no sétimo posto. Como será o seu regresso às ruas de Baku, com um carro que já mostrou algum potencial, mas que no Mónaco deixou a desejar?
“Eu gosto sempre de correr em Baku. É um bom circuito com muitas curvas desafiantes e oportunidades de ultrapassagem. Depois de duas corridas seguidas – onde foi bastante difícil ultrapassar – é bom ter uma corrida onde é mais possível. Qualifiquei-me fora dos dez primeiros nas minhas duas últimas corridas aqui, mas terminei dentro dos pontos. Mostra que tudo pode acontecer no que é normalmente um fim-de-semana muito imprevisível. O circuito tem uma mistura de áreas onde a prioridade é a velocidade máxima, com o sector médio mais dependente da força descendente e da aderência mecânica. É um fim-de-semana desafiante tanto para o carro como para o piloto e encontrar um bom equilíbrio com a afinação será muito importante.”
Fernando Alonso, assim como outros pilotos da grelha, estão a demorar algum tempo a mostrar melhores resultados, mas o espanhol vê este ano como uma espécie de ano de aprendizagem e preparação para 2022.
“Sinto-me cada vez mais confiante em cada corrida. Penso que podemos ver que está a demorar um pouco de tempo para aqueles que estão nas novas equipas este ano se ajustarem e para mim é o mesmo. É um processo e estamos sempre a aprender e a tentar encontrar formas de melhorar o carro. Mas estamos conscientes de que 2022 vai ser um ano importante e este é, de certa forma, um ano de preparação. O carro tem-se sentido bem em corridas como Portimão e Barcelona, por isso estamos confiantes de que podemos aproveitar estes desempenhos e lições para marcar pontos e mais consistentes para lutar com as equipas que nos rodeiam no campeonato.”











