A corrida de Sergio Pérez ficou marcada por um toque com George Russell na curva 4 do Red Bull Ring ainda na volta inicial do GP da Áustria. Do contacto entre os dois pilotos resultou uma penalização para Russell depois da saída de pista do piloto mexicano, que para além de ter baixado para o último lugar da classificação, ficou com danos no carro que obrigaram à desistência um pouco mais tarde.
Para o conselheiro da Red Bull Helmut Marko a tentativa de ultrapassagem do seu piloto a Russell foi desnecessária.
“Dissemos antes do início: não vão pela trajetória exterior naquela curva. Não é possível [ultrapassar]”, disse Marko à Sky depois da corrida. “Foi simplesmente desnecessário. Já vimos isso antes. Não funciona. Depois disso, o carro ficou danificado e não fazia sentido continuar a corrida. Houve muitos danos no fundo. Podia ter terminado duas voltas antes, pelo que não fazia sentido [continuar]”.
Não sendo a primeira vez que um Mercedes e um Red Bull batem naquela curva – aconteceu com Lewis Hamilton e Alexander Albon – Marko afirmou que: “acho que a Mercedes não gosta quando os nossos carros vão pela trajetória exterior na curva 4. Foi uma pena, porque Checo [Sergio Pérez] estava à frente [de Russell]. É quase uma imitação perfeita do incidente com Lewis e Albon, há alguns anos atrás”.
Christian Horner, chefe de equipa da Red Bull, salientou no final da corrida que Pérez tinha potencial para chegar ao pódio não fosse o toque com o piloto da Mercedes.










