Há três corridas seguidas que a Ferrari tem pontuado significativamente mais do que a Red Bull, embora esta mantenha uma avanço significativo nos dois campeonatos, 56 pontos nos construtores e 38 nos pilotos. Mas a Ferrari está a dar sinais de estar a ficar mais forte novamente, embora a questão da fiabilidade os esteja a afetar mais do que a Red Bull. Para Christian Horner: “Marcámos alguns pontos realmente importantes, mas simplesmente não era uma corrida para nós. Parabéns à Ferrari, embora tenham tido azar com Carlos (Sainz), pois tiveram o carro mais rápido para a maioria da corrida, o que lhes deu mais opções estratégicas, mas a degradação dos pneus do Max foi mais elevado a partir de metade do primeiro stint, e foi difícil combatê-lo. Durante as duas corridas deste fim-de-semana, só cedemos cinco pontos à Ferrari, mas é óbvio que ficámos desapontados com o Checo. Houve tantos danos no seu carro por parte de George (Russell) que não houve qualquer hipótese de ele marcar pontos e tivemos de abandonar e salvar quilometragem.
Faremos tudo o que pudermos para recuperar em França, ainda estamos à frente, mas sabemos como as coisas podem mudar rapidamente e precisamos de continuar a força” disse Horner, que também se referiu ao mau comportamento de alguns adeptos no Red Bull Ring: “Ficamos chocados ao saber que tem havido alguns incidentes de comportamento abusivo nas bancadas e com os adeptos. Estamos unidos com todos os membros da comunidade de F1 na condenação dessa situação. Valorizamos a inclusão e queremos um espaço seguro para que os adeptos desfrutem do nosso desporto”, concluiu.













Lá esta o que eu escrevi aqui no inicio da época.
Quem evoluir melhor os carros vai ganhar o Mundial, e o que se está ver, é que os carros da primeira corrida eram uns recém nascidos, em meio ano estes carros evoluíram muito, tenho a certeza que se a F1 fosse novamente ao circuito de abertura os tempos eram totalmente pulverizados, a evolução dos carros está a ser fantástico de se ver, e com uma serie de limitações, caso não houvesse tecto orçamental e então era de loucos ver a evolução dos carros.