Romain Grosjean foi o grande herói da qualificação do GP da Austrália de F1 ao colocar o seu Haas na sexta posição da grelha de partida, numa equipa que, recorde-se se estreou há um ano nesta mesma pista. Na verdade, o que o francês tem feito nos treinos livres já indiciava que as coisas poderiam correr bem na qualificação, já que ‘fez’ duas vezes oitavo e foi sétimo na terceira sessão. O sexto lugar é surpreendente, mas basicamente chegou lá porque Daniel Ricciardo se despistou, senão teria repetido a posição dos treinos livres. De qualquer das formas, uma excelente prestação da equipa e do piloto, que basicamente está para já na frente do aguerrido meio do pelotão, onde, já se percebeu vai haver muito equilíbrio: “Estamos no ritmo, mas o grupo do meio do pelotão está equilibrado. Agora vou tentar ser o melhor dos outros. O carro tem super potencial, e espero que esta seja uma base para um bom ano, para me poder bater regularmente entre as posições 7 e 10”, disse o francês que curiosamente, o ano passado, terminou a corrida australiana na sexta posição, depois de partir de… 19º. Repetir o feito este ano seria…estrondoso!












Que o Grosjean é bom piloto, já todos sabíamos, mas isto não nos diz que o motor Ferrari está competitivo, diz-nos que AQUI É competitivo, mas será assim nas restantes pista? Com esta prova teremos algumas ideias de como decorrerá a época, e concordo com as análises feitas até agora pelo Autosport, mas nestes últimos anos enquanto algumas equipas tendem a evoluir ao longo da época (Mercedes; Red Bull; Renault) outras estagnam ou perdem-se pelo caminho (Ferrari; Williams; Haas)
O motor Ferrari costuma ser potente e o chassis parece bom, por isso a dúvida está sobretudo na consistência do trabalho da Haas – que foi o que faltou no ano passado.
… com o Magnussen a milhas!
Sao boas notícias mas vamos esperar por outro tipo de pista e confirmar se o Haas é um chassi bem nascido , o conjunto piloto/chassi/motor pode dar boas surpresas.