Nada indica para já – há que esperar pelo primeiros treino livre – que possa haver alguma mudança na dinâmica atual entre as duas equipas de topo, Red Bull e Ferrari, mas se há uma equipa que se destaca nesta fase pela negativa, é a Mercedes, que tem pela frente um longo e árduo trabalho para compreender como funciona o seu carro. Até aqui, a Mercedes está claramente longe da Ferrari e Red Bull, e isto é algo que já se vê desde os testes. Embora aí, se tenha desconfiado de tanto atraso.
No segundo teste a Mercedes introduziu um carro radicalmente diferente do que foi visto em Barcelona, com um design inovador nos flancos (sidepod). Mas isso de nada valeu, e o carro está longe de andar da forma que a equipa quer.
A oscilação, ou porpoising, se preferir é evidente, mas estas duas semanas de trabalho entre corridas podem ter mudado alguma coisa, por isso será interessante ver se a Mercedes é capaz de fazer progressos, dada a semana extra para dissecar os dados e encontrar potenciais soluções.
Contudo, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, admite que a sua equipa ainda não tem soluções para o seu W13. George Russell também já afirmou que a situação não irá mudar em Albert Park. Se é verdade ou não, logo veremos. O mais certo é ser…













Encurtar as distâncias? Mais tarde ou mais cedo vai acontecer, mas não será para já! Toca a todos, e uma lição de humildade nunca fez mal a ninguém…
Pelo historial da equipa, sim é possível. Talvez a meio da época se a Ferrari e RB não mostrarem mais do seu andamento, porque todos os carros ainda têm potencial para mostrar.
De qualquer maneira se não der para esta época, qualquer coisa que descubram em 2022 vai ser útil em 2023.
Acredito que tenha um pequeno upgrade e que possa melhorar um pouco, mas vai continuar longe, estou curioso para ver como o W13 se comporta nesta pista,