Nada indica para já – há que esperar pelo primeiros treino livre – que possa haver alguma mudança na dinâmica atual entre as duas equipas de topo, Red Bull e Ferrari, mas se há uma equipa que se destaca nesta fase pela negativa, é a Mercedes, que tem pela frente um longo e árduo trabalho para compreender como funciona o seu carro. Até aqui, a Mercedes está claramente longe da Ferrari e Red Bull, e isto é algo que já se vê desde os testes. Embora aí, se tenha desconfiado de tanto atraso.
No segundo teste a Mercedes introduziu um carro radicalmente diferente do que foi visto em Barcelona, com um design inovador nos flancos (sidepod). Mas isso de nada valeu, e o carro está longe de andar da forma que a equipa quer.
A oscilação, ou porpoising, se preferir é evidente, mas estas duas semanas de trabalho entre corridas podem ter mudado alguma coisa, por isso será interessante ver se a Mercedes é capaz de fazer progressos, dada a semana extra para dissecar os dados e encontrar potenciais soluções.
Contudo, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, admite que a sua equipa ainda não tem soluções para o seu W13. George Russell também já afirmou que a situação não irá mudar em Albert Park. Se é verdade ou não, logo veremos. O mais certo é ser…












