Não é novidade que uma posição no campeonato de Construtores significa milhões para agarrar ou perder. Há vários lugares, desde o segundo, o quarto, o sexto e o oitavo, que estão ‘presos por cordas’. Talvez nem tanto o segundo lugar do campeonato entre a Ferrari e a Mercedes que já falámos noutro lado e mesmo assim a Mercedes ganhou 17 à Ferrari em São Paulo, e a diferença é agora de 19. Portanto, não estamos a falar de uma impossibilidade matemática…
Mas há mais. A Alpine afastou-se confortavelmente da McLaren no Brasil, mas mesmo essa luta poderia ainda virar, apesar dos 19 pontos entre as duas equipas.
A Alfa Romeo ocupa o sexto lugar mas está apenas cinco pontos à frente de uma ressurgente Aston Martin, enquanto o oitavo lugar de Kevin Magnussen no Sprint em Interlagos – após a sua espantosa posição na pole – moveu Haas para dois pontos à frente de Alpha Tauri na batalha pelo oitavo lugar.
As implicações são significativas, com a diferença entre cada posição equivalendo a vários milhões em prémios monetários que podem ser utilizados pelas equipas para tentar melhorar o seu desempenho em anos futuros, bem como bónus e recompensas para os membros da equipa que trabalharam tão arduamente durante toda a temporada.












