A Mercedes não esteve próxima do andamento da Ferrari e Red Bull no Grande Prémio do Japão e não conseguiram bater a velocidade ponta do Alpine de Esteban Ocon durante a corrida sprint de Suzuka, sem DRS.
No vídeo de debrief da equipa, Andrew Shovlin admitiu erros da equipa na preparação do carro para a jornada japonesa que levaram a um resultado não tão bom quanto esperavam.
“Decidimos manter um alto nível de ‘downforce’, e parte dessa decisão foi o facto de nos estar a dar os melhores tempos por volta”, explicou Shovlin. “Íamos ter uma elevada degradação [dos pneus] em piso seco, mas também tínhamos visto que a chuva que chegava no domingo e sentimos que, numa corrida com pista molhada, poderia ser benéfico. Acontece que o DRS nunca foi ativado, e isso significava que as ultrapassagens eram muito, muito difíceis e talvez a decisão certa tivesse sido uma diminuição de ‘downforce’ na configuração”.
No caso da paragem de George Russell, Shovlin esclareceu que a equipa devia ter feito a troca de pneus quando o piloto queria e não quando esta aconteceu, num duplo pitstop da equipa que fez perder tempo a Russell.
“Devíamos ter feito o que George estava a pedir, que era dar-lhe uma volta em ar limpo”, salientou o engenheiro. “Mas o problema era que George e Lewis estavam um pouco perto demais para podermos fazer a paragem nas boxes sem perder algum tempo e esse tempo acabou por custar a George a posição para [Yuki] Tsunoda e possivelmente até a posição para Lando [Norris]. Aumentamos o desafio de ter de ultrapassar aqueles carros para tentar encontrar ar limpo”.
Recordamos que Lewis Hamilton terminou em quinto, ainda atrás de Ocon, enquanto Russell foi oitavo.










Sim…terão sido erros de ocasião, até porque o conceito do W13 tem vindo “a arrasar a concorrência”, tal como previsto pelo A. Newey do fórum…uma figura de tal modo “especialista” que só de olhar para fotos do carro sabe logo que vai “arrasar”…se as equipas sabem desta sumidade da engenharia…