A Fórmula 1 de 2019 está aí, novos carros, novas equipas e um plantel muito ‘baralhado’. Feitas as contas, apenas duas equipas mantiveram a dupla de pilotos, assistindo-se à partida de alguns, à chegada de sangue novo e ao reciclar de outros.
Assistimos à partida de Fernando Alonso, deixando o piloto espanhol já um imenso vazio não só pela espetacularidade em pista, mas também pelo que ajudava, a fazer notícias fora das pistas. Continua a dizer que a saída da Fórmula 1 é um “até já” e vai colecionando sucessos em outras disciplinas, com vitórias nas 24 Horas de Le Mans e agora nas 24 Horas de Daytona, deixando meio mundo boquiaberto com a sua pilotagem de noite e á chuva. Vai atacar as 500 milhas de Indianápolis e vai tentar ser campeão WEC.
Quem for comentar o Mundial de Fórmula 1 vai ter de fazer um demorado “reset” ao cérebro, pois as mudanças que há no que toca a equipas e pilotos são muitas. Só duas equipas – Mercedes com Lewis Hamilton e Valteri Bottas e Haas com Romain Grosjean e Kevin Magnussen – mantiveram as duplas para 2019. Mas há mais. A Force India desapareceu dando lugar à Racing Point (que esteve para ter o nome Lola associado, mas depois foi deixado cair) e a Sauber dá lugar à Alfa Romeo Racing, o regresso de um nome grande à Fórmula 1.
Eis o plantel













