Continua o impasse relativamente à realização do GP da Grã-Bretanha em Silverstone devido a intransigência do governo britânico quanto à quarentena de 14 dias. Tal como o AutoSport já revelou LER MAIS AQUI
há alternativas prontas, Hockenheim e como se sabe também Portimão, mas a F1 quer mesmo é Silverstone.
A regra de quarentena pode significar que as equipas britânicas precisariam de ficar fora do país enquanto as corridas tiverem lugar noutros lugares da Europa, pois é inviável regressar a casa e ter que ficar 14 dias de quarentena: “Isso joga uma chave inglesa no plano para Silverstone, porque há opções para apenas correr na Europa e talvez não voltar tão frequentemente”, disse o líder da McLarenZak Brown ao Evening Standard: “Seria uma pena perder o GP da Grã-Bretanha, mas se todos os outros países estiverem prontos, não podemos deixar que nenhum país impeça a F1 de acontecer se o resto do mundo estiver pronto para nós. Se ficarmos restringidos na nossa pátria, isso vai fazer das deslocações um grande desafio.
O chefe do Motorsport UK, David Richards, disse ao Daily Telegraph que a posição do governo britânico pode afetar a indústria da Fórmula 1: “As pessoas esquecem que provavelmente não há outro desporto que tenha um impacto económico tão grande neste país como a Fórmula 1, em termos do número de pessoas empregadas aqui, direta ou indiretamente. Com as devidas precauções, devemos ser capazes de encontrar uma forma sensata de proteger a comunidade localmente e de lidar com isso profissionalmente para as equipas. Não vejo porque é que isso não possa acontecer”, disse.













