Ainda em setembro, Günther Steiner afirmou que estava em equação a contratação de um piloto reserva e desenvolvimento, mais experiente que os dois pilotos da equipa, para os ajudar com o carro da próxima época. O responsável pela Haas disse, na altura, que faltava uma referência aos dois jovens pilotos, mas Mick Schumacher não é da mesma opinião, argumentando que o tempo ao volante fora das provas é diminuto.
“Honestamente, penso que estamos a tirar o melhor partido do carro”, disse o piloto alemão citado pelo Motorsport.com. “Não creio que haja necessidade disso. Especialmente se soubermos que os pilotos de reserva não pilotam muito. Obviamente, não sabemos como isso seria, mas mais uma vez penso que estamos a fazer o melhor que podemos e penso que, em algumas qualificações mostramos que somos capazes de extrair o máximo do carro”.
Em declarações à Motorsportweek.com, Schumacher explicou que o objetivo da equipa no próximo ano é chegar ao meio da tabela, tendo para isso, começado a trabalhar no novo carro mais cedo que outros. “Esperamos então estar a competir no meio do pelotão. Penso que é um objetivo exequível, porque começámos o projeto um pouco mais cedo do que os outros. Gastamos a maior parte do nosso orçamento deste ano no carro de 2022, pelo que esperamos que isso nos dê uma pequena vantagem no início do ano. Esperamos poder terminar nos pontos regularmente, o que seria um grande passo em frente. Vou trabalhar arduamente para que isso aconteça”.
Para Mick Schumacher era bom que isso fosse verdade, já que na sua segunda época na Fórmula 1, o piloto alemão vai querer outros voos para o seu futuro, muito se falando na Ferrari como opção para daqui a alguns anos.











