Depois de se ter ficado ontem a saber que o Reino Unido iria obrigar a uma quarentena de 14 dias todos os que entrassem no país após o fim de maio, fonte governamental já assegurou que existirá uma exceção para o desporto, incluindo, claro está a F1, que tem previstas duas corridas em Silverstone, para lá de albergar sete das 10 equipas de F1.
Desta forma, as equipas de F1 são livres para viajar da Grã-Bretanha e regressar sem restrições assim que a competição recomeçar, mas como irá sucede com todo o desporto, as equipas deverão ser submetidos a um rigoroso regime de testes e isolar-se imediatamente se apresentarem resultados positivos para o novo coronavírus. Fonte da F1 disse à Reuters que as conversações com o governo estavam em curso.
O primeiro-ministro britânico Boris Johnson afirmou ao país, num discurso transmitido pela televisão no domingo, que “em breve será a altura de impor quarentena às pessoas que entram neste país por via aérea”, isto para tentar evitar um segundo pico do surto de coronavírus.
Ross Brawn, Diretor-Geral da F1, já tinha revelado medidas a implementar para as corridas de abertura da época: “Todos serão testados e existirá uma autorização antes de entrarem no paddock. Depois, de dois em dois dias serão testados enquanto estiverem no paddock e isso será feito com uma autoridade autorizada e consistente. Vamos ter ainda restrições na forma como as pessoas se deslocam e temos de criar um ambiente que, em si mesmo, seja efetivamente uma pequena bolha de isolamento. As equipas ficarão dentro dos seus próprios grupos e não se misturarão com outras”, disse.










