Isso já sucedeu o ano passado e esta temporada, pelo que se viu até aqui nos primeiros quatro dias de testes, as equipas do meio de pelotão estão ainda mais equilibradas. Uma das curiosidades relativamente à temporada passada tem a ver com a possibilidade da Renault se destacar definitivamente do meio do pelotão e ficar muito mais perto (ou em cima) das três equipas da frente. É isso que é expectável, mas não é claramente isso que está a suceder para já. O que se tem visto são equipas como a Alfa Romeo, Haas, Racing Point e mesmo a McLaren e Toro Rosso, em bom plano, e a Renault, melhor que o ano passado, mas não tanto assim que se destaque claramente do meio do pelotão.
Nico Hulkenberg, não está preocupado: “Todos os anos as pessoas dizem que o meio do pelotão está mais equilibrado do que nunca, mas sempre foi assim, há muito que as equipas do meio do pelotão são competitivas. Passei praticamente toda a minha carreira no meio do pelotão, por isso sei bem do que falo! Só precisamos de ter a certeza de que avançamos com o desenvolvimento que esperamos de nós próprios, uma grande equipa de fábrica” disse Hulkenberg que também relativiza a possibilidade do motor Renault não ter evoluído ao ponto de se poder bater de igual para igual com os motores Ferrar e Mercedes que equipam a Alfa Romeo/Haas (Ferrari) e a Racing Point (Mercedes): “Com as mudanças aerodinâmicas, a grandes asas traseiras têm mais resistência (aerodinâmica), que obviamente afeta a potência e a sensação de aceleração. Acho que só iremos descobrir na qualificação e corrida de Melbourne”.










